Mercado, cansaço, ônibus, traquinagens… Como é bom…!

Sempre gostou de uma bola. Espero que dê futuro para ele. =]
Sempre gostou de uma bola. Espero que dê futuro para ele.
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Peguei ele na casa da mãe dele… fomos para o mercado, aproveitando que é perto e ele não queria sair do meu colo.
Não é mais um bebê em peso, já se vão 17 kg e minhas costas junto, pois não é mais tão fácil eu ceder aos caprichos dele.
Mas… sempre que entro num banco, ele logo quer ir fuçar numa das máquinas e ficar apertando os botões, assim consegui um sossego.
Saquei minha fortuna e fomos ao mercado, agora ele saltitando no chão, igual a um saci, depois pulando de branco em branco na faixa de pedestres, depois dando passadas de elefante (lembram dessa?).

No supermercado ele consegue chamar a atenção de todos: pulando dentro do carrinho, falando suas bobeiras gostosas, chama tanto a atenção das outras pessoas que muitas falam com ele ou então fazem questão de passar a mão no cabelo encaracolado dele para dizerem: – “que gracinha esse cabelo. Parece um anjinho!” hehehehe, mal sabem que é um bicho carpinteiro.

Fila de mercado… ai ai… que saudades da época em que eu pegava a preferencial… ele tinha que crescer tanto, tão rápido?
Depois de uma eternidade entre avançar 1 metro por hora, brigar para ele não sair de perto de mim, mandar ele largar e não girar a bandeja do queijo ralado, deixar o miojo no lugar, parar de tentar subir no carrinho escalando ele, pois assim pode virar… chegamos no caixa e o atendente comenta: – “Ele é muito arteiro. Nossa…” eu respondo: – “porque você acha que eu sou tão careca?” O que vem acompanhado de uma risada do do garoto do caixa e um pequeno grito meu: – “Thomaz, sai do banheiro do mercado e vamos embora” (ele acabara de entrar porta adentro).

Pegamos o ônibus, ele dá boa tarde para o motorista, o que normalmente é acompanhado de uma risada do sujeito atrás do volante.
Ele quer sentar no banco alto, sozinho, crente que é gente… Eu sento no banco atrás, mas o tempo todo de olho e mão nele para ele não ir a frente com uma freada e as sacolas de compras na outra mão. Muito confortável foi minha viagem.

Descemos, guardo as compras e vamos jogar bola. Guimba se junta a nós, ora querendo a bola, ora querendo simplesmente correr entre eu e o Thomaz, com meio palmo de língua para fora, feliz da vida. Ele, o menorzinho, estabelece a minha distância e a dele. Ele apita o início fazendo “piuí”, bate a bola no chão e chuta, meia-hora depois cansa e entra pra casa, pedindo para ver o filme do “Relâmpago”, que o resto do mundo conhece como “Carros”.

Pronto, cansou. Eu também, claro.
Mas quer saber… é o único cansaço que me satisfaz, de verdade.
Com licença, vou ver se ele já dormiu e tirar uma palha também.
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  1. HEHEHE UMA PEQUENA PESTANA PARA RECARREGAR AS BATERIAS !!!

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