Comportamento

Pai faz falta na vida de um(a) adolescente?

Conversando com uma aluna minha pelo Facebook, ela comentava muito admirada sobre a devoção que tenho em relação a minha paternidade, na ligação que tenho com meu filho. Ela é filha de pais separados e sintetizou a relação com o pai dela como inexistente. Disse que ele só se mostra vivo porque paga a pensão, que não sabe mais nem onde ele mora, pois desde que se mudou, não comunicou

Avós estragam os netos?

Falo enquanto professor, talvez mais do que como pai. São grandes os fatores de risco para “estragar” os netos sim. E é compreensível. Vejo isso em vários alunos meus criados por avós. São mais mimados e por vezes mal-educados. O que para mim, é fácil de entender. Meu pai mora longe e pouco vê meu filho por causa disso. Mas sempre que me liga, pergunta do neto, com a clássica

Socorro! Meu filho come mal

Acabei de assistir e me emocionei (pois é, depois que virei pai, fiquei mais idiota ainda. hehehehe) a nova série da GNT: Socorro, meu filho come mal, apresentado por Gabriela Kapim (nome sugestivo, não?). Ela é nutricionista e especializada em alimentação infantil, e mais ainda… em fazer crianças comerem melhor. O primeiro programa é sobre um garoto de 3 anos chamado Francisco. Ele tem o estranho hábito de só comer

Lei da palmada

Está em debate nas instâncias do legislativo desse país a chamada “lei da palmada“. Será, se entrar em vigor (falta aprovação no senado), aplicada a todo indivíduo, incluindo aí principalmente pai e mãe, que usar de meios físicos para disciplinar uma criança ou adolescente. O texto diz assim: “Art. 17-A.  A  criança  e  o  adolescente  têm  o  direito  de  serem  educados  e  cuidados pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis

Não é não, oras...

Canso de ver mães e pais que perdem a credibilidade com seus filhos. Em todos os casos eu vi a mesma coisa. Vejamos se vocês reconhecem esses diálogos: – Filho, se comporta, não faz “isso”. (a criança nem olha para o pai/mãe) – Fiiiiilhoooooooo… não faz issooooo… (de novo a criança não dá a menor bola para o responsável) – Vamos filho… por favor… Olha, se não se comportar, nós vamos