Guarda Unilateral

Guarda Compartilhada é diferente de Guarda Alternada

Um companheiro de luta publicou a pouco tempo um texto que visa esclarecer as diferenças entre o que ficou conhecido como Guarda Alternada e Guarda Compartilhada. Espero sanar de vez essa dúvida crucial. Grande abraço a todos! Força e Honra, Sempre! =] ————————————————————- Entenda a diferença entre a Guarda Compartilhada e a Guarda Alternada: A definição de guarda compartilhada abarca necessariamente, o conceito da alternância da custódia física dos filhos.

Breves Reflexões Sobre o Instituto da Guarda - Texto

Procurando na internet por artigos e matérias sobre a guarda e suas atribuições, achei um texto muito interessante. Ele acadêmico e possui uma linguagem um pouco jurista, mas não é de difícil compreensão. O título é: Breves Reflexões Sobre o Instituto da Guarda, escrito por Isabela Pessanha Chagas (belo sobrenome esse último). Creio que serve muito bem para o entendimento do que é a guarda e como ela pode ser

Estatísticas de Guarda segundo o IBGE, ano de 2011 - Comentários e Tabelas

Pesquisando no site do IBGE – que para quem não sabe, é o órgão no Brasil, responsável pelo registro de dados sociais e econômicos – fui procurar pelo índice de guardas concedidas a partir da separação de um casal. Achei duas tabelas, uma sobre guardas concedidas em separações e outra em divórcios. Nem conhecia a definição dos dois casos, o que o próprio site do IBGE descreve no link das Notas Técnicas.

Perfeita Definição

O quão ruim é uma guarda unilateral para uma sociedade inteira? Acho que esse texto expressa bem o sentimento de todos os alienados judiciais de seus filhos. Força e Honra, sempre! =]

Avós e seus netos - direitos e deveres legais

Tenho visto alguns casos de avós/avôs relatando problemas no acesso aos seus netos e de casos inversos também, de avós/avôs dificultando o acesso aos netos e alienando o outro genitor. Acho que vale lembrar então, alguns direitos e deveres de avós/avôs quanto aos netos. Pela lei da Alienação Parental, o art. 2 diz: Art. 2o  Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente

Pai tem que provar que é bom pai?

Achei um texto bem interessante na internet. Na fanpage do grupo Guarda Compartilhada – Curitiba, no Facebook, achei uma texto sobre a inversão de valores que se atribui nas varas de família de todo o país. Lendo, me surge uma pergunta crucial: O Pai, que está num tribunal, solicitando uma Guarda Compartilhada, precisa provar que é bom pai? Se sim, porque uma mãe não precisa provar o mesmo? Essa desigualdade

"Pai quando dá" - texto e comentário

Não quero contrariar nada do que foi dito no texto “Pai quando dá“, do blog femmaterna.com.br e escrito por Camila Fernandes, mas me sinto compelido a fazer meus comentários. Deixo aqui essas linhas, antes do mencionado texto, para que, quem tiver a intenção de o ler, já entenda que concordo com tudo o que foi dito, mas que tenho algumas observações a fazer. Não quero comprar uma briga com as autoras

Paternidade no Jurídico da Argentina e da Colômbia

É… tive uma triste, mas não surpreendente, descoberta a pouco tempo. Fiz uma grande amizade com duas garotas que estiveram aqui no Rio de Janeiro para intercâmbio, uma argentina e outra colombiana. Conversei muito com as duas, pois como professor de Geografia, aproveitei e tirei muitas das minhas dúvidas pessoais e profissionais sobre alguns aspectos da realidade delas em seus países e tal, mas… não pude perder a oportunidade de

Acordos de pensão em guarda... cuidado nos detalhes

Conversando com uma amiga minha, ela me contou um detalhe que havia no acordo de guarda da filha dela. Na pensão, fui estipulado que o pai pagaria a escola da criança, além de uma porcentagem da renda. Ela me disse que teria que trocar a menina de escola, pois ela iria para novo ciclo e tal e estava negociando com o pai, de colocar numa outra escola, que por sinal

Minha tese é: nem toda mulher pode ser mãe

Todos sabemos, e não sou eu quem vai negar, que nem todo homem é capaz de ser pai. Não tenho porque negar isso. Seria um simplório idiota ao tentar negar tantas evidências que conhecemos em nossa sociedade de homens que abandonam seus filhos, que os negligenciam, que os mal tratam… Não é essa minha defesa. Defendo sim, que muitos homens podem exercer a função parental muito bem e se tornarem