Os medos e suas fases nas Crianças

medo

Passeando pelas internet, achei uma reportagem da revista Crescer, muito interessante.
Não tenho grandes problemas com Thomaz não, mas meu filho é um grande medroso.
Ele não tem fobias, mas medos ele tem aos montes.
Eu costumo fazer ele enfrentar os medos dele. Primeiro conversando e depois que eu sinto que ele está tomando coragem, condiciono ele a enfrentar o medo. Tem dado certo e ele confia em mim para isso.

Sei que tem crianças que tem verdadeiras fobias e que são comuns da idade, mas não conhecia uma sistematização desse caso específico: em determinadas idades, há medos mais comuns.

A matéria da revista Crescer é intitulada: O Medo das Crianças de acordo com a Idade.

Veja a tabela de medos, por idade:

 Até 7 meses:

De barulhos inesperados e luzes fortes.
– Para ajudar: evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage.

De 7 meses a 1 ano e meio:

De pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos.
– Para ajudar: o pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas.

De 1 ano e meio a 3 anos:

Do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho.
– Para ajudar: ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force.

De 3 aos a 5 anos:

De monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder.
– Para ajudar: respeite a criança, permitindo que se expresse, e explique que nada lhe acontecerá de mal. Quanto ao medo de se perder, faça-a decorar o nome inteiro e o telefone de casa e a ensine a pedir ajuda. Ela se sentirá mais segura.

A partir dos 5 anos:

De ser deixado na escola, de bandido, de personagens de terror.
– Para ajudar: insegurança melhora com diálogo. Se o medo for de bandido, reforce, por exemplo, a importância de ficar perto de adultos conhecidos. Para a criança se sentir segura, diga que alguém sempre estará cuidando dela na escola.

A partir dos 6 anos:

Da própria morte e da dos pais, pois já a entende como algo irreversível; de ser criticado.
– Para ajudar: se houver perguntas sobre morte, não invente histórias absurdas, diga a verdade de forma delicada. E quanto às críticas: explique que elas nos ajudam a melhorar.

Eu sou completamente contra colocar medos nas crianças. Eu lembro o quão aterrorizado com a ideia da morte eu era e conheço outras tantas pessoas que tem fobias por medos implantados nelas na infância. Desde medo de barata quanto do diferente, do novo…

Criemos nossos filhos para serem corajosos, não medrosos, ok?
Grande abraço a todos!
=)

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