Quando chamar a polícia para ver seu filho(a)?

Olha… é entendido que é um momento muito delicado para todos os envolvidos, mas acho que há casos em que é mais do que necessário envolver a polícia.

Um pai (ou mãe também, claro) que, com o direito de visita estabelecido em juízo ou que não tenha nenhum impedimento legal para isso e não consiga pegar ou ver seu filho, pois a outra parte o impede, ao invés de bater boca, brigar, gritar, que é muito pior quando a criança está por perto… pode simplesmente chamar a polícia e pedir ao policial para executar o ordem judicial de visitação ou o seu direito de ver seu filho.

Deixa eu esclarecer uma coisa:
Há dois casos implícitos aí…
1 – Enquanto não houver guarda estabelecida, as duas partes tem direitos determinados por lei de acesso ao menor. Mesmo que a criança more com uma das partes, enquanto não houver guarda, não há impeditivos legais que impeçam a outra parte de ter acesso à criança. Claro é entendido que o ideal é as partes se acertarem e combinarem esse acesso, mas se a parte com a posse da criança impedir esse acesso, o genitor desfavorecido pode chamar a polícia e declarar que não há impeditivo para ver o filho e tentar registrar um boletim de ocorrência.
Alguns policiais não vão ser capazes de entender a situação e irão mandar procurar a delegacia mais próxima.
É provável que mesmo assim, não seja possível registrar a ocorrência, mas pressione o delegado ou o investigador a registrar um B.O. do seu direito negligenciado e depois encaminhe a vara de família. Se possível, tendo o policial solicitado e presente ao seu direito negado pela outra parte, como testemunha do fato, registrando no B.O. como autoridade pública testemunhal.
Aí terá que procurar um advogado ou a defensoria pública, mas procure registrar que seu direito foi negado.
Mesmo que não consiga um B.O. da polícia, ou para facilitar isso, grave em vídeo o fato do outro genitor ter impedido seu acesso a seu(ua) filho(a).

2 – Tendo o direito de visitação estabelecido em juízo, fica mais fácil.
O policial é obrigado a garantir o seu direito, inclusive executando a ordem de visitação.
Aí sim entra em outro patamar a discussão.

Não deixe que isso aconteça.
Force a outra parte, por meios legais, a entender, nem que seja na marra, que seu filho tem direito a “ter” você.

Digo isso, porque vi e tenho conhecimento de casos de pais que nos dias de ver seus filhos, com ordem judicial estabelecida, e na hora determinada, a outra parte tenta impedir a visitação.
Aí, já soube de casos que são perturbadores, como o de um policial tendo que executar na marra a ordem, tirando das mãos da mãe a criança, sob ordem de prisão para ela… gritaria, ofensas, puxa a criança para cá e para lá, baixaria… e nada disso é bom para a cabecinha do foco de tudo isso, seu(ua) filho(a). Esse tumulto, para a criança, é muito ruim. Fica na cabeça dela a impressão de que está sendo tirada, de maneira muito bruta e violenta, dos braços de uma figura que ela ama muito. Isso pode gerar pequenos traumas para ela, inclusive, facilita uma alienação em que essa parte que se vê obrigada a entregar, depois diga para essa criança: “viu o que seu pai fez? Ele é mau! Fez coisa ruim!…” essas coisas negativas que podem ser usadas para reforçar uma alienação parental em vista, o que facilita a identificação da mesma, mas é ruim para a cabeça da criança e mais complicado para desfazer, podendo precisar de terapia e tudo o mais.

Creio que há um outro modo para evitar esse trauma todo.
Chamando o policial, pode-se pedir para ele constatar o não cumprimento da execução pela outra parte e pedir para ele registrar o fato em boletim de ocorrência.
Assim, provavelmente, você não verá seu(ua) filho(a), mas pelo menos, fica registrado o fato e pode ser usado em juízo a seu favor, para forçar uma guarda compartilhada ou quem sabe uma unilateral.

Já soube de mãe que foi chamada a atenção por um juiz durante uma audiência, sendo ameaçada pelo mesmo, por não cumprir a ordem de visitas.

Muita calma nessa hora e registre tudo

O que recomendo também, é sempre a ponderação e a tranquilidade.
Não entre no círculo vicioso de rebater nada… ainda mais de forma destemperada, irada ou agressiva.
Nunca ofender, nunca gritar, nunca gesticular de forma ameaçadora (apontando dedo ou coisas do tipo)… ainda mais na presença de um policial ou de outro oficial da lei e principalmente, da criança.
Se possível, grave tudo. Seja em áudio ou em vídeo, registre tudo. Assim, além do B.O., ainda é possível mostrar a situação como ela foi estabelecida: se você foi agredido ou não, ofendido ou não, o que a criança foi obrigada a presenciar… a violência em que ocorreu a situação, é muito melhor de ser entendida se “vista” ou “ouvida” no fato, não na descrição, onde se usa do emocional e o juiz pode entender que houve exageros, pois não está ali avaliando você e sim o fato. Quanto mais “provas” do fato melhor para o entendimento dele.

Sei que a angústia é grande quando se tem a expectativa de ver seu(ua) filho(a) e não consegue, mesmo amparado em lei. Mas tenha calma e pense para frente… você perde esse combate agora, recua de forma inteligente e depois terá uma arma muito mais forte em que a outra parte não irá querer se opor, pois pode perder muito mais, sendo levada para delegacia… perdendo a guarda.. aposto que ela não vai querer isso.

Foco no objetivo e coragem para fazer o que é necessário!
E não esqueça o lema romano:
Força e Honra!
=]

“Salvem as crianças da justiça”, é o protesto desse pai francês, impedido de ver seus filhos.
Matéria do jornal Extra.

89 Comentários


  1. Boa tarde, o melhor neste caso, digo isso por já ter agido desta forma, é procurar o plantão da justiça na sua cidade, munido da decisão judicial que legaliza a visitação, e junto a Defensoria Pública de plantão solicitar pedido de busca e apreensão dos menores que, uma vez concedida pela autoridade judicial, será executada pelos Oficiais de Justiça.

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  2. Boa tarde companheiros….

    Infelizmente passo pelas mesmas condições que vocês…

    Tenho um filho de 4 anos que é meu maior bem… Não há nada no mundo inteiro que oculpe o vazio que ele deixa qndo tenho que deixá lo na casa da mãe dele… Meu filho veio de uma relação aventureira que tive quando estava solteiro… Dou graças a Deus por ser pai do J.L… E desde quando soube que a mãe dele estava grávida comecei a fornecer ajuda ou pagar pensão… Desde o primeiro mês de gestação… Lembro me que no final da gestação já iniciei também um convênio médico pra ele… Sempre fui zeloso um pai presente mesmo passando pela frustração de ser sempre humilhado por ela, qndo ela estava grávida mesmo não estando com ela em um relacionamento eu fiz questão de não me envolver com ninguém… Mas tbm não me envolvia com ela…. Rapaz… Vou falar uma coisa pra vocês … Antes eu não tivesse tido tanto cuidado e respeito com essa mulher… Depois que meu filhote nasceu continuei acompanhando tudo nos primeiros meses dele… Mas por bom senso nunca na época de amamentação briguei por tirar ele de perto dela para passear pois sempre tive a convicção do amamentamento materno e sua importância… E sempre que eu queria leva lo a algum lugar aprendi a suportar a presença da mãe dele… Mesmo não aguentando… Pois ela sempre foi uma mulher de gênio e temperamento muito explosivo e é esquisita… Bi polar…. Hora ta boa hora ta ruim… Mas fui guerreiro viu… A mulher criava cada baixaria… Uma vez fui viajar sozinho… Haviam assuntos particulares em outra cidade… Essa mulher tinha um carro… Qndo ela soube que eu iria viajar não é que ela se deslocou da casa dela com meu filho no bebê conforto na época … E chegou na frente da minha casa batendo o carro dela de frente com o meu… Sem dó… Cara akilo me deixou louco… Mas graças a Deus e meu bom senso nunca a agredi por mais que ela me tirasse do sério sempre… Então de lá até hoje a cada visita, cada ligação… Cada oi que eu tento dar pró meu filho é uma peregrinação e um sofrimento diferente… Ta louco… Isso porque meu filho apenas tem 4 anos… Até vídeo dele me contando oque ela faz tipo choque psicológico eu tenho gravado… Só que não se trata nem de esperar ou mão querer correr atraz… Mas sim de não querer sujeitar meu filho a mais sofrimento apesar de ele não entender perfeitamente oque acontece…hoje… Tenho tido muita dificuldade para honrar com a pensão… Tenho até algumas atrasadas
    .. Devido a crise e eu ser motorista autônomo estou tendo que vender meu carro de trabalho para acertar estas contas… Mas nunca deixei faltar nada para o meu filho… Minha atual esposa e meus país sempre me ajudaram bastante também… Assim como minha irmã… Mas assim aida fico incapacitado de poder ir a casa dela e buscar meu filho… Porque sempre da um jeito de eu nao vê lo… Um dia é viagem, outro festinha em outros locais mais distantes que nunca sei onde são… Não conheço as pessoas…a mulher já me acionou na justiça e procurei a defensoria pública para me ajudar a resolver… Mas … Os documentos estão servindo apenas para acúmulo de papel na minha pasta… Tenho até B.O feito contra ela… E sempre tento ir na delegacia registrar outros… Mas da última vez que fui o escrivão me disse q não poderia mais acrescentar… Hoje enquanto escrevo aqui minha situação era para estar indo buscar ele o J.L pra vir para minha casa…. Nossa casinha como ele a chama… E olha a situação… Meu filho não vai vir mais uma vez… Oque faço? Invado a casa dela e pego meu filho? Não né!!! Ninguém me daria razão…… Bom amigos… Fica aki a minha história com meu filho o meu melhor amigo… João Luiz… Ou J.L como carinhosamente eu o apelido…

    Abraços a todos e mais sorte para nós…

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    1. Meu querido… sinto muito por tudo isso.
      Vejamos se eu posso ajudar de alguma forma…
      Acho que esse tabelião está inventando coisas… Toda nova ocorrência tem que ser registrada. Ele não pode se recusar a fazê-lo.
      Procure um advogado ou a defensoria pública para entrar com um pedido de guarda compartilhada ao mínimo, mas se puder provar que ela não tem condições reais de dar segurança a seu filho, lute por ele. Não desista!
      Ela não pode lhe impedir de ver.
      No mínimo, entrando com o pedido de guarda, vc receberá provisoriamente o direito de visitação e com esse documento em mãos, ela lhe impedindo, você pode chamar a polícia. Não precisa fazer o policial retirar seu filho dela, acho isso muito agressivo para ele, mas peça o boletim de ocorrência ao policial e some aos arquivos do processo, incluindo alienação parental.
      Será uma disputa longa e cansativa. Você vai pensar várias vezes se vale a pena ou não, mas as chances reais de dar o melhor a ele tem que ser seu foco!
      Mande notícias, por favor!
      Grande abraço!
      Força e Honra, Sempre!

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    2. Eu entendo a sua situação por outro ponto de vista. Estou numa situação parecida com a sua. Também não namorei o pai do meu filho. Disse que se algo acontecesse assumiria. Quando aconteceu, disse que iria assumir, combinamos de conversar pessoalmente em um restaurante e ele quis me convencer a abortar. Eu tinha pedido uma comida bem saudável por estar grávida e suco… Ele tinha cancelado o pedido, já que segundo ele, não havia necessidade, já que “eu iria abortar”. Eu estava super enjoada e morrendo de fome por causa da gravidez. Fez o “favor” de pedir um prato de batata frita. Depois resolveu “assumir”: Eu via ele uma vez por mês nas consultas e só até o sexto mês. Eu sempre tinha que lembrar a ele de ajudar com as despesas, mas ele só ajudou com metade das consultas e exames. Perdi as horas extras que tinha no trabalho por conta da gravidez, não podia trabalhar em eventos nos fds porque ninguém da emprego para grávida, mesmo assim me sacrifiquei para continuar pagando consulta particular. Me sacrifiquei para ter a alimentação mais saudável possível, rica em cálcio, proteínas omegas 3, 6 e 9 e ácido fólico, para o meu filho nascer perfeito. Tive que comprar roupas de gestantes, sapatos maiores, calcinhas e sutiã maiores… E tudo isso por minha conta, pois ele disse que eu ia passar minha gravidez sozinha. Eu morava sozinha, passava mal horrores, tinha dia que mal podia me alimentar e ele nunca prestou nenhuma assistência, nossa sabe o que é isso para uma grávida, com os hormônios à flor da pele? Ficar com desejos e passar fome? Ele mal perguntava pelo bebê e nunca quis sentir ele mexer. A família dele nunca entrou em contato. Eu ficava sensível, chorava muito e me sentia muito ansiosa e preocupada com meu filho como toda grávida e cobrava isso dele, mas ele sempre fazia grosserias no telefone e por mensagens. Minha médica pedia para ele ser paciente e compreensivo, pois variações de humor, crises de choro são típicas da gravidez, ele saia do consultório falando que ia manerar e esquecia completamente. Mal olhava na minha cara. Nunca me viu como mulher, nunca me respeitou de verdade nem à minha família. Não queria ajudar com o enxoval, achava que devia esperar nascer para comprar as coisas! Estávamos fazendo o orçamento do parto, ficamos de rachar a conta, fomos em alguns médicos, pois não tínhamos indicação de ninguém e eles não passavam essas informações de valores e hospital de atendimento e tipo de parto por telefone… Ele começou a jogar na minha cara como se eu trocasse de médico por capricho! Ele trocou de emprego alegando que era para ajudar nas despesas e não queria me passar o endereço… Como se estivesse tentando fugir… Também queria trocar de endereço… Questionei ele sobre e ele dizia que eu estava “viajando…” e fazendo ignorâncias. Passei muito nervoso na minha gravidez. Depois ele me mandou os dados, mas faltando 3 semanas para o bebê nascer, ele não ajudou mais, as consultas no final da gravidez são semanais e tinha os remédios e exames… Tive que arcar com tudo sozinha… Minha família ajudou com o chá de bebê, onde ganhei muita coisa para o meu filho. Deixei de pagar algumas contas para nao faltar o dinheiro do parto. Depois ele falou que não gostou das minhas atitudes desde o começo e que dali em diante só iria ajudar quando saísse o resultado do DNA. Quase perdi meu filho… Consegui um empréstimo com minha família para pagar o hospital, que já tínhamos escolhido… Deixei de pagar contas importantíssimas… Meu filho nasceu com perda de peso por causa dele… Ele nem para perguntar se meu filho nasceu, se estava vivo… Nem quando fizemos o exame ele quis ver o bebê… Eu e minha família que corremos atrás de tudo e que corremos com o bebê para o hospital toda vez que ele tinha refluxo e ficava com apneia ou quando ele ficava doente… Ficávamos sem dormir à noite por causa do bebê. Aí quando ele tinha 3 meses saiu o resultado do exame e ele vem querer ser pai, prometendo mundos e fundos, escola particular, plano de saúde etc… Mas isso se eu assinasse um acordo de garda compartilhada, onde ele não pagava nem 15% do salário dele… Disse que nao tinha como ajudar com mais… Só que durante a gravidez ele só se mostrava preocupado com o ap dele que ele estava mobiliando com moveis planejados… Ele gasta com suplementos, bomba, academia, esta cada dia maior… Mas não queria ajudar com creche nem nada… Ele disse que ia cumprir com o prometido de pagar a metade do parto e dar um tanto de enxoval, mas pelos meses que ele ficou sem ajudar, esse já era o tanto que ele devia de pensão! Ele agora fica se fazendo de vítima para todos, mas se eu tivesse botado ele na justiça ainda na gravidez eu não teria passado sufoco. E para piorar, só quer saber dos direitos dele, queria levar meu filho 2 meses depois para passar o dia com ele, mesmo sabendo que a criança em fase de amamentação não pode se afastar da mãe, mesmo assim sempre permito que venha ver o filho… O advogado dele colocou no acordo que ate 1 ano as visitas seriam na minha casa… Que so depois poderia fazer passeiosMas ele não queria ver ele na minha presença, por pressão da cobra da mãe dele tenho permitido os passeios e ainda assim ele pagou 2600 para um advogado para pedir na justiça a regulamentação da guarda…. Ou seja, para ajudar com creche, com a festa de 1 aninho e com batismo ele não pode né mas para me infernizar ele tem sobrando…. E ainda por cima compram presentes que meu filho não pode levar para casa! Me questiono até que ponto vale à pena deixar meu filho conviver com essa gente mesquinha e soberba e da vontade mesmo de proibir esse cavalo egoísta de ver meu filho…. Ainda dizem que eu tenho que agradecer por terem “assumido meu filho” e por ele ter um pai como ele!!! Como a realidade das pessoas que conheço na mesma situação é totalmente oposta, fico mesmo é indignada! Pai que assume só no papel, que fica na comoda posição de ver o filho quando quer, a hora que quer, como se a mãe e o filho tivessem que ficar a disposição, que acha que o filho é um boneco de borracha, que não quer levar no médico nem participa de nada e nem assume publicamente, isso não é pai, isso é um estorvo!

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      1. Querida, eu sinto muito por tudo o que você passou. Sinto de verdade.
        Me doi ver que alguns homens ainda não entendem o que é ser pai de verdade e acham que por estarem “dando alguma ajuda”, estão fazendo muito e que vocês mães deveriam estar satisfeitas por ele ser um “pai”.
        Não, não acho que você deva confiar nele de forma alguma, mas sim, seu filho terá que conviver sim com esse tipo de pai.
        É o resultado de escolhas que fazemos em nossas vidas e agora temos que procurar a melhor forma para o convívio com essas pessoas.
        Meu conselho básico é que você seja muito ponderada. Enfrentamento não necessariamente tem que ser de forma agressiva. Você pode com muita calma bater o pé no chão e buscar o que entende ser o melhor para seu filho, mas não conseguirá impedir a participação desse pai.
        Não acho que ele seja um bom pai para se compartilhar a guarda e acho sim que ele só busca uma forma de diminuir a pensão.
        Mas calma, pois diminuir a pensão acontece somente se houver igualdade de convivência com a criança e acredito que isso ele não vá querer, afinal.. quem quer acordar cedo e cuidar/educar de verdade uma criança, né? Só os loucos como nós. hehehehe
        Mesmo que ele consiga a guarda compartilhada, ele precisa estar próximo de sua residência para garantir por exemplo, a ida e vinda da criança para a creche/escola e outras rotinas que a criança já tenha estabelecida na vida dela, como ballet, futebol ou cursinhos afins. Caso ele não possa garantir isso ao menor, seu filho, ele não ganhará o convívio e terá que pagar pensão de toda forma.
        Bem, tenha calma e diplomacia. Seja firme nos seus ideias e boa sorte!
        Precisando de apoio, estou por aqui.
        Abraço do grande!

        Responder

      2. Nossa Carolina, a sua história é a minha…. Que meerddaaaaa esses pais de dna, de whatsapp. Comigo aconteceu quase tudo igual na gravidez, eles são muito ricos e o filhinho da mamãe é dominado pelos pais, que o apóiam em tudo. São todos uns monstros…Tb no início queria q eu fizesse um aborto, depois com 4 meses de gestação me obrigou a fazer um DNA intrauterino pq ia me tratar melhor (só piorou o desgraçado)… A gravidez inteira me tratou mal, só ajudava com 1 salário mínimo desde o começo pq não fazia falta nenhuma, nem com 10 faria… Quando meu filho nasceu o imbecil chorou, nasceu a cara dele… Todo o tipo de chantagem, falsidade e pressão psicológica vivi até hoje, quando cansada resolvi entrar na Justiça… O paizão vai pra balada e deixa meu filho com os avós que também não valem nada (sempre me enganaram pra ir cada vez conquistando meu filho até ele decidir morar com eles, mas eu percebi e cortei entrando com as ações)… Hoje todos viraram a cara pra mim (que alívio), mas me perseguem, estragam minha profissão, meus sonhos de morar em outra cidade, me ameaçaram e tentam a todo custo conviver com o Enzo o máximo possível, dando viagens caras todos os feriados, passeios caros, presentes importados e inúteis e uma miséria de pensao (arco com tdo: casa, alimentação, EDUCAÇÃO, plano de saúde, sacrifiquei minha profissão, etc…) São estorvos mesmo. Por que não fazem como esses que somem? Só fariam o melhor pro filho.Por que ser um pai de fim de semana, de 15 em 15 dias quando não tem nada melhor pra fazer é muito fácil. Encarar o dia a dia: VOCÊ RECLAMA DEMAIS, DEIXA ELE VIR MORAR COMIGO!!!!! Tenho nojo deles todos, de tudo que aquela mãe dele já me disse, ela sempre se ferra e não muda… E acredito que só a Justiça divina um dia fará esse PAI DE WHATSAPP pagar tudo q ele me fez ! Abraços

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        1. Nossa, mais um pai acabando com a imagem da minha luta.
          Sinto muito por tudo o que você passa querida.
          Espero sinceramente, mesmo achando otimismo demais da minha parte, que eles enxerguem o melhor para seu pequeno um dia.
          Boa sorte na sua luta!
          Abraço do grande!

          Responder

        2. Gente me ajudem sou de menor tenho um filho porem o pai dele não ajuda cm nada estava trabalhando e tive q sair do serviço pois meu patrão estava dando em cima de mim e a uma cena atrás deixei meu filho cm o pai ele mal via ele pois n tinha ngm pra deixar meu filho tive q deixar cm ele pra ir atrás de serviço durante essa semana q deixei meu filho eles tao dizendo q abandonei ele lah e não querem me devolver a avo dele me falou coisas horríveis CMO sou TDA chorana não falei nada sai morrendo de vontade de chorar eu te iria ligar para a policia pois sei q eles n tem direito de fazer isso mais cbsei cm minha mae e ela falou q se eu ligace eles poderia levar ele para ocanselho fiquei cm medo e de acontecer isso acabei não ligando tentei cvsa mais n deu certo não sei oq fazer esto em desespero pois só de menor e tenho medo deles tomar a guarda do meu filho me ajudei não sei oq fazer pelo amor de deus
          😩😩😩

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          1. Você vai procurar a defensoria pública e ver com eles o que pode ser feito.
            Boa sorte querida!


    3. Passo quase tudo o que vc passa só que a minha és mulher tá induzindo o meu filho contra mim quando morava comigo nunca me respondeu e ela nunca deu nada a ele agora o menino está com ela e vive me respondendo me chamando de coisas que ela fala me humilhar e o horrível só quem é pai mesmo Sá bê a sensação o nome do meu filho é Sid tem 13 anos o que ele me chamou me magoou muito só Deus pode me ajudar e a mãe dele é uma pessoa sem escrúpulos muito mal educada.

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      1. Meu querido, procura um advogado e procure provar que isso é alienação parental praticada por ela.
        Vídeos ou áudios dele lhe ofendendo… se ele disser que é como a mãe dele fala, você consegue um processo contra ela.
        Consulte um advogado, beleza?
        Força e Honra, Sempre!
        Abraço

        Responder

    4. Sua situação é igual a minha amigo ,porem um pouco pior,pois a minha ex se envolveu com outra mulher ,que até remédio para meu filho passaram mal comigo já ocorreu ,por isso me afastei dele , porem dói a saudade e a alienação parental .

      Responder

    5. Infelizmente somos vítimas das leis absurdas deste país que ao invés de proteger nossas crianças,empurram para criminalidade pois minha ex se envolveu com bandido e quem mais sofre com isso é as crianças.

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  3. Boa noite, minha mulher foi embora com minha filha, não houve briga nem nada ela simplesmente se foi pq eu e minha sogra não combina, no passado ja cheguei a agredir minha agora ex, ela foi a delegacia mais no juiz retirou a acusação e desde então nunca mais cometi essa barbaridade, agora fui visitar minha filha e minha ex sogra disse que é pra mim ficar na esquina, não é pra nem chamar no portão dela, obs estamos casados ainda, minha ex disse que só vai deixar eu ver a menina uma vez por semana, mais a menina é apegada a mim e gostaria de ver quando eu quizer, será que posso chamar a policia mesmo não sendo do conhecimento da policia? Minha ex me ameaça dizendo que vai procurar um advogado e dizer que eu a agredia, o que devo fazer para ver minha filha, continuar a participar da educação dela e poder passear e trazer ela pra dormir comigo? Por favor me oriente obgd

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    1. Bruno… Primeiro procure um advogado.
      Espero muito que você nunca mais volte a agredir qualquer uma delas, pois isso é muito ruim de diversas formas.
      Quantos anos tem sua filha? Ela ainda é bebê?
      Como vocês foram casados, a guarda é dos dois, por isso, ela não pode te impedir de ver sua filha.
      Combine com ela e se ela se mostrar relutante ou não quiser que você veja sua filha, pode chamar a polícia para registrar o fato, pois nada impede você de ver a menina. Ela pode ter dificuldades de horário, por isso precisa combinar, mas ela não pode impedir.
      Espero que tudo se resolva da forma mais tranquila possível.
      Seja ponderado, paciente e inteligente e as coisas devem melhorar.
      Boa sorte!

      Responder

    2. Boa noite Bruna, analisando a sua história você ainda é casado no papel que eu percebi, eu acho que você tem que fazer, é dar entrada no divórcio, quando chegar o dia do juiz fazer o divórcio de vocês dois ele vai estabelecer a pensão e a visita que pode ser compartilhada.

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  4. Boa noite..

    Tenho por lei a regulamentaçao de visita e minha ex mulher me impede de pegar meu filho pois o ele esta com uma pequena gripe..

    Tenho o direito de pegar meu filho mesmo ele tando com esta pequena gripe?

    Responder

    1. Parceiro, você tem direito de pegar-lo sim, pois é o que a justiça manda.
      Mas, entendo que se é uma gripe, você tem que ser capaz de cuidar disso. Se você se entende capaz, creio que você tem que conversar com a mãe dele primeiro e procurar o entendimento. Convença -a antes de algo mais sério como chamar a polícia para garantir a lei.
      De repente, pegar ele no próximo fim de semana ao invés desse, assim evitando o conflito, mostrando cordialidade com ela….
      Se existir a possibilidade de entendimento, é sempre melhor do que pela ação policial.
      E antes que eu me esqueça: melhoras para o seu pequeno.

      Responder

  5. Amigo estou a 3 meses sem ver minhas filhas minha ex foi para outro municipio e antes prestou queixa de difamacao contra mim.ganhou a medida protetiva e sumiu com minhs filhas nao deu um contato.so para me ameacar. A familia dela usou essa medida protetiva e jogou na net para me prejudicar preciso de ajuda soubdo rj tb vou deixar meu zap 021 97040 2804

    Responder

    1. Procure urgentemente um advogado e se não tem como descobrir o paradeiro dela, um detetive particular se possível.
      Você tem que entrar com uma ação de alienação parental contra ela e se o seu caso não foi julgado ainda, acho que você pode entrar com um processo por difamação virtual no caso dos parentes dela terem usado a internet para falarem qualquer coisa contra sua imagem.
      Vamos conversar por wtsapp.
      Boa sorte companheiro!

      Responder

  6. Sou professora e estou sem minhas filhas há 2 anos. Sempre fui mãe zelosa e meu esposo tbm. Acontece que meu esposo teve problemas com entorpecentes e tivemos algumas separações temporárias. Minha mãe nunca aceitou o relacionamento. Entrou com pedido de guarda e obteve guarda provisória. Só que tem dois anos que não se permite minha visitação regular, e meu esposo nunca mais pode ver as nossas filhas. Ela mente muito pras crianças e vejo as crianças com medo e se distanciando de nós. Ela até agora não provou nada, é claro, das mentiras que disse no jurídico, mas vejo que o juiz tem preconceito quando a um ex-dependente. Eu vejo minhas pequenas só aos domingos por 2 horas. A menor chora muito. Não sei mais o que fazer. Meu esposo e eu estamos desesperados. É uma monstruosidade tudo isso.

    Responder

    1. Minha querida… vai ter que penar sim.
      Vá na justiça e peça revisão desse processo.
      Ele vai ter que provar que está se esforçando para melhorar… aconselho o N.A. ou outra instituição e acompanhamento psicológico e talvez psiquiátrico para poder ter laudos que aprovem a capacidade dele.
      Se é o que deseja… Força e Honra, Sempre!
      Boa sorte!
      =/

      Responder

  7. Tenho uma filha de 6 meses, eu e minha ex. terminamos o relacionamento assim que ela engravidou mas durante esse período nunca deixei ela sozinha, só sai da casa dela quando minha filha fez 2 meses de vida, mas mesmo assim sempre paguei a pensão para minha filha, um salário minimo, fora outras coisas necessárias que a mãe dela sempre pede e eu compro. Enfim, a mãe da minha filha não deixa eu ver mais minha filha, nem mesmo na casa dela, eu combinei de passar o dia dos Pais com minha filha, estava tudo certo, mas no dia ela inventou uma historia e não deixou eu ficar com minha filha. Eu Quero ter o direito de levar minha filha para casa, passar o dia com ela, fazer parte do desenvolvimento dela, o que devo fazer, não tenho condições de pagar um advogado.

    A cunhada dela que é advogada fez uma procuração que diz:

    A menor continuará sob a guarda unilateral da mãe,
    devendo ao pai visitá-la, todos os sábados, no período das 7h às 13h na casa da genitora e
    durante a semana à combinar.

    A partir desta data, o requerente varão contribuirá
    mensalmente, com a importância igual a um salário mínimo vigente, valor hoje correspondente a
    R$ 880,00 (oitocentos e oitenta reais), inclusive sobre férias e 13º salário, além dos custos com
    farmácia (leite, medicação, fraldas, etc), a título de alimentos para a filha.

    Eu acabei assinando, agora eu quero ter o direito de pegar minha filha e levar para a minha casa.

    o que devo fazer? tem como reverter essa situação?

    Responder

    1. Parceiro, veja bem…
      Eu não sei se essa procuração já foi reconhecida em cartório ou coisa assim, por isso nem sei se ela é válida.
      Procure a Defensoria Pública da sua cidade e se informe sobre isso.
      Não sou advogado, mas ao que eu sei, acordos tem que ser homologados em juízo, ou seja, por um juiz para que seja validado.
      Sendo válido ou não, procure a defensoria mesmo assim pedindo convivência com sua filha, mas… já te adianto desde já, você não conseguirá levar ela para sua casa não. Com a idade da sua filha, qualquer juiz dirá que ela não tem condições de estar longe da mãe com essa idade.
      Por isso, aconselho desde já procurar conversar com a mãe da sua filha e buscar um acordo amigável entre as partes.
      Mostrar seu real interesse, mostrar que você cumpre com suas obrigações e que só quer conviver com sua filha.
      Acho que é a melhor saída, mas… se não obtiver sucesso… procure a defensoria mesmo.
      Boa sorte e mantenha-me informado.

      Força e Honra, Sempre!
      Grande abraço!

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  8. Eu tenho que entregar meus filhos no domingo ate as 20:00 mais eu vou e ela esta nas festas e so volta as 23:00 mais ou menos… O que fazer? Chamo a policia ou coloco o rabo entre as pernas e deixp ela fazer o que quer? Porque nao posso ficar com eles até altas horas por varios motivos mais vou la e nao tem pra quem entregar eles..

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    1. Por mim… desde que você comprove que tentou entregar seus filhos no horário e ela não estava e não disponibiliza de receber em curto prazo… vc pode dormir com as crianças… Fica ruim para você?
      Você tem que cumprir com as suas obrigações e ela com as dela também… Vc não é obrigado a estar a total disposição dela…
      Se ela quiser receber tão tarde… ela pode muito bem ir pegar as crianças, mas pela hora, eu mesmo não entregaria, afinal… hora de criança estar dormindo…
      Registre de alguma forma e veja o que é melhor para você…
      Em caso de maiores dúvidas, fale com um advogado!
      Boa sorte!
      =)

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      1. Entendii… Vou procurar um advogado pois toda vez ela chega bebada e sem condições de receber as crianças…
        Mais é isso ai obrigado amigo

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  9. Amigos boa noite.

    Li algo neste blog e estou passado por isto, sai de casa recentemente e ainda não consegui dar entrada no divórcio.. Tenho uma filha com ela de 1 ano e 5 meses e ela não me deixa ver a criança, proibiu na escolinha da minha filha deu pegar ela, sendo que não tem liminar ou documento algum que me impeça disto, o que posso fazer neste caso porque até o juiz chamar ou algo do tipo estou sem ver minha filhota que é o meu bem mais preciso… Antes de terminarmos minha filha dormia sempre aqui na casa da minha mãe e nunca teve problema mas agora nem deixar nossa famlia ver a minha filha ela está deixando…

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    1. Se ela impedir você na escola, você pode inclusive processar a escola.
      Só liminar da justiça impede você de ver sua filha na escola.
      Ademais, procure um advogado e entre com reclamação de Alienação Parental.
      Se ela não tem acusação nenhuma contra você, ela não pode impedir o contato entre você e sua filha.
      Não baixe a guarda, mas não ofenda ou brigue. Faça tudo com calma e paciência, mas não desista e não se diminua não.
      Você tem direito a guarda compartilhada e não importa o que ela aceite ou não.
      Força e Honra, Sempre!
      Grande abraço!

      Responder

  10. Me ajudou muito a resposta. Foi perfeita a orientação. Obrigado.

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  11. Olha minha filha sempre moro comigo mas quis passar um dias com o pai ai eu permitir agora ela quer volta e ele nao quer me devolver ela tem 9 anos ta sofrendo muito longe de mim e da irma dela ai esse finAl de semana fui busca ela a vo dela e pai nao deixo eu traser e falo que ela tva de castigo nao vai deixa eu pega ela enquanto ela nao respeita ele ru to desesperada pois entrei com a ação na justiça .mas demora e ate la eles vao faser oq quiser oq eu faso

    Responder

    1. Nossa, sinto muito por tudo isso. Muito desagradável.
      Bem, vejamos…
      Se você tiver a guarda dela e a convivência foi estabelecida, vá na delegacia e preste queixa de rapto de menor.
      Senão sinto muito, mas terá que esperar a justiça agir.
      Aconselho procurar o Conselho Tutelar para ver o que podem fazer para adiantar.
      Boa Sorte querida!

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  12. E quando o pai, que não teve qualquer contato com o bebezinho até poucos meses atrás, só quer saber dos direitos dele de pegar o filho quando quiser para passear, levar para casa de parentes? Meu filho ainda mama no peito, tem rotina de sono, banho, alimentação e fora que a criança precisa se acostumar com ele, nem isso ele respeita. Fora que comigo ele abusa, faz grosserias, não participa como vocês e não quer ajudar em nada, faz cara feia pra alimentar o bebe, fica brabo quando o menino chora e eu peço para ver se tem que trocar fralda, se a roupinha dele está molhada, se tem que trocar o babador, se está com sono… E ele não entende, fica P… Sai batendo o pé, liga pra mamãe….. Nunca botei na justiça, só paga a pensão que ele mesmo estipulou……. E a família dele ainda apoia essa atitude dele, vem aqui em casa ficar me criticando, dizendo que ele não é obrigado à nada, que eu tenho mais que agradecer ele ter assumido… Mesmo assim deixo eles virem aqui em casa ficar o máximo possível com a criança e tenho permitido pequenos passeios na cidade, porque sei que uma hora ele vai ficar com ele na casa da família dele e não quero que meu filho sofra com isso. Eles moram em outra cidade. O que eu faço nesta situação?

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    1. Querida, primeiro quero lhe parabenizar por enfrentar essa situação com consciência.
      Sim, ele tem direitos de ver a criança, mas não, no estágio de lactação, você não é obrigada a se distanciar do bebê.
      Pequenos passeios é uma coisa, mas até seu pequeno poder ir para mais do que isso, ele precisa ser independente.
      Acho que vocês poderiam procurar uma ajuda externa se estiverem com dificuldades de conciliação.
      Uma terapeuta psicológica ou uma mediadora de conflitos.
      Não sou contra vocês acertarem essa situação judicialmente não. Podem procurar um advogado e estabelecer as regras para essa convivência e entrarem com uma ação de guarda com o convívio estabelecido, em guarda unilateral ou compartilhada.
      Tudo tem que entrar no entendimento para melhor andamento de tudo, inclusive do desenvolvimento do seu filho.
      Tenham muita calma e já posso lhe dizer uma coisa: você tem sorte sim por ter um pai que queira participar, mas não é obrigada a aturar qualquer coisa não. É obrigação dele assumir e sua facilitar dentro do melhor para a criança, mas tudo fica melhor com cordialidade, diplomacia e respeito.
      Tentem conversar e colocar as dúvidas e receios na mesa para amenizar os problemas e pensarem em conjunto no melhor para o filho de vcs.
      Pergunte para ele por exemplo: como acha que me sinto vendo você falar em levar ele quando não quer trocar fraldas, por exemplo? Acha que me sinto segura dele ir com vc?
      Repito, tudo com o objetivo de chegarem ao entendimento, por isso, nada de agressões verbais.
      De toda forma, boa sorte e se precisar, estou aqui para ouvir.
      Força e Honra, Sempre!

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      1. Muito obrigada por sua resposta! Acho incrível como alguém tão cabeça como você pode estar tendo problemas com a mãe do seu filho. O meu problema parece ser pior por ele não ter tido um relacionamento comigo e a família dele ser muito conservadora. Minha opinião. Todos os irmãos e ele já passaram por um divórcio e ele sempre quis rachar as contas, desde o dia que o conheci. Não era para agirem dessa forma. Mas agem, dizendo que ele me fez um favor, que o que está fazendo a maioria não faz, que ele não é obrigado à marcar as consultas ou trocar as fraldas do filho dele quando vem visitar porquê ele não é casado comigo… Que é “diferentes”… A avó paterna vive falando como se estivesse fazendo um favor absolutamente incrível em assumir o bebezinho como neto e dar presentes… Até o mês passado mesmo não tinham nenhuma publicação sobre ele no Facebook. Era comi se ele não existisse, como se fosse uma coisa feia, velada, uma vergonha… E é uma vergonha mesmo, tamanha discriminação nos tempos de hoje. Agora ela vai ter outro neto, do filho que é casado. Vive comparando, como se o meu fosse menos filho e tivesse menos direitos por não sermos casados. Sinceramente a minha vontade era mandar toda essa gente para a próxima que te partiu, mas eu não posso proibir ninguém de visitar, não sei até que ponto a convivência com a família paterna pode ser boa ou se ele se sentirá discriminado e tenha problemas em sua formação. Já tentei conversar sobre o que você disse, mas sempre sou atacada por ele e por todos de algum modo, na minha residência! Então vou seguir seus conselhos e se me questionarem de alguma coisa, vou usar suas palavras! E sexta-feira farei uma consulta com uma naturologa, que também é psicológa, minha saúde já está afetada, meu filho está com problemas no coraçãozinho e ele tinha a saúde perfeita… E não sei mais o que fazer, porque não depende só de mim, por mim criava meu filho com a cia do pai, se ele fosse um paizão moderno e responsável, resolvendo as questões relativas às necessidades do filho numa boa, como duas pessoas modernas, adultas e responsáveis, que sabem trabalhar em equipe pensando no bem do menor. Isso não é casar. Isso é ser consciente do cidadão que temos em desenvolvimento e que logo estará agindo na sociedade! Fui criada fora do Brasil vendo muitos pais que nunca se relacionaram ou que ficaram poucas vezes criarem seus filhos dessa forma. Mas isso aqui no Brasil ainda é utopia malandro!

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        1. Olha, eu sei que é difícil pra todos, mas tente mostrar que você procura o melhor para seu pequeno e que até então, era você a única responsável por isso e que é preciso confiança e não pressão para que essas coisas aconteçam.
          E não. Não passo mais problemas desse tipo com a mãe do meu filho. Depois de eu forçar a diplomacia, sem ofensas e até mesmo sendo gentil e educado, hoje temos uma relação harmoniosa.
          Dividimos o tempo dele e ele é muito feliz tendo duas casas e pais que fazem bem essa conexão.
          Relações se constroem com o tempo, para bem ou para mal.
          Não sei que tipo de relação a família paterna terá com seu filho, mas mostre um porto seguro para ele e ele crescerá forte para enfrentar esse e outros obstáculos.
          Precisando, estou às ordens.
          Força e Honra, Sempre!
          Bj do grande!
          😄👋🏽💐

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  13. Olá, sei que todo pai deve ter seu direito de visitas preservados principalmente quando já determinado judicialmente. Mas todo menor, deve ter seus direitos assegurados também. Por isso, o que fazer quando a escola de seu filho decide fazer um passeio de confraternização escolar mas no domingo do pai e este não permite porque é seu direito estar com o filho? Tentei trocar o final de semana do pai para o próximo, ofereci o sábado mas nada o pai permite. Encherga apenas o seu direito e nada do interesse do filho. O que fazer?

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    1. Olá querida.
      Olha, eu não sei o que o pai tem em mente para não permitir uma troca dessas. E falo de maneira não irônica.
      Não ouvi o lado dele para poder julgar, mas é uma pena para a criança perder um passeio, mas pela justiça p acordo tem que ser cumprido.
      Ele pode dar queixa contra você por não cumprir acordo judicial.
      Como vi que tentaste de tudo, não resta escolha que não entregar para ele no bendito dia.
      É uma pena para a criança, mas quero crer que não é só por motivo egoísta que ela estará perdendo essa oportunidade. Quero crer que o pai tem algo muito bom que “substitua” essa perda.
      De toda maneira. boa sorte querida.
      =)

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  14. O pai da minha filha não comparece as visitas quer vir quando ele quer e traz a nova companheira e queria que eu deixasse ela entrar, eu não permiti pedi pra que quando ele viesse deixasse ela na mãe dele ou na casa deles ele disse que a rua é pública, aí ele parou de vir (os horários que foram estipulado era Sábado das 14:00 as 18:00 e de domingo das 9:00 as 12:00) Voltamos ao conciliador era pra ser a casa 15 dias as visita no último minuto ele mudou e ficou sábados e domingos alternados.
    Deixei ele leva lá um final de semana (domingo) foi um terror ela chegou ficou chorosa e não me deixou sair de perto dela por dois dias.
    . Sem a na passada liguei e disse que minha bebê na estava com febre por causa dos dentes de cima, poistei uma foto dela e ele viu então não veio no sábado como combinado e veio no domingo com a mãe deixei entrar fui conversar sobre o dia que ele veio ele reclamou e disse e iria leva lá semana que vem brigamos muito e ele acabou me acusando de não deixar ele ter contato com ela pois não pode vir porque a esposa não pode entrar e que não virá mais e dirá ao juiz que eu não deixo, enfim eu posso fazer um boletim de ocorrência contra ela se não vir ou o que eu faço?
    Me sinto perdida.
    Desculpe pelo desabafo mas se puder me ajudar agradeço.

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    1. Há envie pelo Whats um calendário será que isso é errado com a foto dela em cada dia já que ele acha que pode vir o dia que quiser será que fiz errado?

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      1. Se os dias são os acordados em juízo, não está errado não.

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    2. Desculpe pela demora em responder querida, ando tão enrolado que mal tenho publicado também.
      Bem, vamos devagar.
      Não, vc não é obrigada a aceitar a visita de uma estranha na sua casa. Minha sugestão é então fazer essa visita em espaço público, como o play do prédio ou um parque público.
      Sim, é bem provável que sua pequena se sinta muito insegura com tudo isso. Entenda que não quero simplesmente que você entregue ela para o pai e pronto, mas é muito provável que sua angústia passe para ela e ela fique angustiada com as idas com o pai. Não sei como é dado o tratamento dele para com ela enquanto estiver sem sua atenção. Pode ser que o choque de comportamento entre ele e você, seja determinante para as reações da sua pequena, como exemplo: ele não saber a comida preferida dela… um ambiente novo com novas regras… pessoas com quem ela não tem intimidades a deixe temerosa… isso tudo é normal. Meu conselho para que você não tenha dúvidas de maus tratos, por exemplo, é observar todo o corpinho dela. Em caso de dúvidas, vá num médico e peça para avaliar.
      Meu conselho básico, é muita calma e diálogo. Mostre para ele suas incertezas e inseguranças, tenha muita serenidade na hora de lidar com ele – sem ofensas, sem agressões… buscando o melhor entendimento.
      Se quiser tirar mais dúvidas, fique a vontade.
      Espero ter ajudado de alguma forma.
      Bjs e boa sorte!

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  15. Bom dia estou praticamente em processo de separação e minha esposa está me ameaçando falando que quando nos separarmos se minha filha de 4 anos não quiser ir comigo nos meus fds ela não vai deixar…isso é verdade? como funciona festas de fim de ano? Se ela fica com natal eu fico com o ano novo? Eu viajo todo ano a trabalho durante 2 meses, ela pode usar isso contra mim?

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    1. Olá companheiro.
      Calma lá.
      Se vocês são casados, assim que estipularem a separação de fato, ou seja, alguém sair de casa, vá num advogado ou na defensoria pública entrar com o pedido de guarda compartilhada. Na legislação atual, em caso de separação, a guarda é automática para os dois, basta fazer o pedido.
      Dependendo de como for estipulado a convivência, pode ser uma semana com cada um ou dias alternados, não necessariamente só de 15 em 15 dias.
      Sim, final de ano é alternado nas datas, normalmente – natal com um e ano novo com o outro e alternando em cada ano, mas pode ser estipulado um ano com as duas datas para um e alternância para o outro no outro ano.
      Tudo pode ser feito em acordo antecipadamente, ou colocado a disposição da decisão do juiz. Aí e ele quem decide, mas dentro da possibilidade de convivência mínima para todos.
      Se você tiver disposição e vontade de compartilhar o tempo, terá seu direito assegurado pela lei. Senão não tiver tempo, pode ter a guarda compartilhada sem convivência igualitária, só com os direitos.
      Busque um orientação jurídica e faça como achar melhor para você e sua filha.
      Boa sorte e grande abraço!

      Responder

  16. Lizandro, obrigada pelos seus conselhos. Sim, é verdade, existe pai que pede a guarda só para não ter que pagar pensão, mas quem acaba criando é a avó paterna. Sei que existem mulheres que se aproveitam da pensão dos filhos, mas isso é raro hoje em dia, visto que a saúde e educação estão do jeito que estão, a gente perder o nosso filho no corredor do SUS por causa de uma pensão está fora de cogitação. Tem mãe de todas as formas, boas e ruins, mas todas as mães que eu conheço preferem comer ovo e não cortar mais o cabelo que deixar de pagar plano de saúde para os filhos e se possível uma boa escolinha e para isso a pensão é essencial. Mas tem pai que é tão bandido que tem mais mães ainda que preferem abrir mão da pensão. Bom seria se os filhos fossem sempre vistos como prioridade em nossa sociedade e todos não medissem esforços para investir no futuro e na qualidade de vida deles. O pai do meu filho gasta mais com advogados que com o filho dele para tentar diminuir a pensão, visto que ele pede a guarda compartilhada mas dificilmente vem vê o filho e nunca pergunta por ele… Lamentável…

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  17. Ola. o meu filho tem 1 mes e apos separação ela decidiu que so posso visitar o meu filho na rua ou em um cafe perto da casa dela. Entao ela entrega me o meu filho e durante duas horas posso estar com ele (dia sim dia não). Gostava de saber se ha algum aspecto legal que considere visitas na rua ou cafe. Sublinho que nao me é permitido por ela levar o filho ate a minha casa e tudo o que foi dito aqui foi por imposição dela. obrigado

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    1. Companheiro, vou lhe ser bem sincero.
      Ninguém (nem eu), no judiciário ou qualquer outro profissional, acha cabível um bebê em amamentação ficar longe da mãe enquanto estiver nesse período.
      Se você consegue ver dia sim e dia não, considere um cara de sorte, pois nem a justiça lhe daria isso.
      Acho que deve procurar entendimento com ela para que num futuro, quando a criança estiver mais independente, ela possa passar mais tempo com você e sem a necessidade da companhia dela. Mas faça isso de maneira progressiva, aos poucos.
      Mostre-se ponderado e disposto a cumprir as necessidades da criança e acho que aí sim seria possível esse tipo de convivência isolada da mãe.
      Entende?
      Ah, outra coisa, ela não é obrigada a receber você na casa dela, por isso, creio que não há problema legal em vocês se encontrarem em espaços públicos não.
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre!

      Responder

  18. Oi boa noite, meu ex marido ganhou a guarda provisória da nossa filha apenas registrando boletins de ocorrência alegando que eu não entregava a criança pra ele passar o final de semana. Tenho vídeos e testemunhas que me acompanhava nos dias de visitas dele e o mesmo nunca comparecia no local para buscar nossa filha. Pois bem mesmo assim ele ganhou a guarda pq alegou alienação parental.
    A guarda foi invertida provisoriamente e oque acontece desde então é que ele não deixa eu falar com ela por telefone, ele manda msg falando que posso vela e falar com ela quando eu quiser que é só avisar, mas daí quando eu ligo e mando msg ele simplesmente me ignora. Pra eu poder ter ao menos o direito de visitar tive que avisar o juiz que ele se negou de entregala. O pai dela falou que eu só ia ver ela após uma audiência de conciliação que foi marcada p esse ano no meio do ano. Até lá não ia ter nem um tipo de convívio com ela.
    Como posso fazer pra reverter essa situação, alienação parental quem faz é ele fala mal de mim pra nossa filha fala que a minha casa não é a casa do nossa filha chinga minha atual esposa, fala que ela não é mãe dela. Que só eu sou mãe sendo que minha companheira está comigo desde quando nossa filha tinha 2 anos e hoje ela está com 6 e faz 3 meses que ela está com Pai.
    Resumindo ele nem no país tava quando a juíza inverteu a guarda ele estava para Londres já havia 4 meses e com 10 meses de pensão em atraso e com busca e apreensão por conta das pensão em atraso, meu endereço sempre foi o mesmo, meu número de telefone sempre foi o mesmo e nunca ao menos ele ligou para saber se ela estava bem ou presisando de alguma coisa. Não entendo como que uma lei dessas pode ser tão falha. Agora ele está impedindo de eu ao menos falar com ela no telefone fico 15 dias sem ver e sem poder falar com ela, isso é horivel tanto pra mim quanto pra ela. Não se usa uma criança pra se vingar de uma mãe está tão claro que o único intuito dele é fazer eu sofrer, mas ele não percebe que quem sofre profundamente com essa guerra sem vencedores é a nossa filha.
    Gostaria muito dá opinião de vocês é dá ajuda de algum profissional de direito oque devo fazer para acertar essa situação?

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    1. Olá querida.
      Em primeiro lugar, quero deixar claro que sinto muito por tudo o que você está passando.
      Não acho justo o que lhe aconteceu.
      Mas acho que pode usar dos mesmos artifícios dele para tentar reverter.
      Grave áudios, mensagens e tudo mais o que puder, para provar que agora é ele quem está alienando você e mais, que pode ser por motivos de homofobia.
      Entre com um processo contra ele mostrando (e provando) tudo o que ele faz para impedir sua convivência com sua filha.
      Eu sou defensor da paternidade ativa, mas entendo perfeitamente, que a maternidade não precisa ser agredida para que isso ocorra.
      Espero que tenhas sorte e que consiga ter acesso, ou em convívio ou com a guarda, à sua filha.
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre!

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  19. olla desde ja grato se alguem puder mi ajudar.
    sou meu filho de 8 anos mora comigo a mais de 2 nunca pedi pensao da mae nem mesmo proibie ela de ver ele. nesse ultimo ano ela viu ele 11 vezes no ano de 2016 tenho prova ki ela maltratou ele e audio tb, ele foi passa fim de ano na casa da vo e apois ela pegou ele e nao que mas delvolver, nao mi deu endereço estou sem saber ond meu filho estar.
    kero saber si apois ele volta pra mim posso pedi a proibiçao de visita da mae?

    Responder

    1. Olá camarada.
      Deixe-me entender as coisas.
      Se você tem a guarda definitiva da criança, vá à polícia e dê queixa de rapto de menor.
      Senão tem, vá na defensoria pública ou arrume um advogado para dar entrada na guarda do seu filho, incluindo alienação parental e negligência por parte da mãe.
      Faça isso logo!
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre!

      Responder

  20. Tenho uma filha de nove anos,tentei vê-la no ultimo natal,mas fui impedido pela mãe dela,chamei a polícia militar,eles compareceu no local pra averiguar a ocorrência,mas quando perguntei se poderia fazer um boletim de ocorrência,me mandou para a delegacia mais próxima,onde não consegui ser atendido e fui orientado a ir ate uma outra delegacia,onde fui atendido e quando contei a situação a pessoa que ele atendeu falo que neste caso não precisava fazer um boletim e sim ir ate um juiz para determina minha situação com a minha ex e estipular as visitação,fiquei indigitado com a falta de vontade de me atende.Não sei mais o que fazer,ja que se eu tenta fazer novamente o contato com a minha filha pode gerar ofensas e ate mesmo pode chega ao extremo de uma possível briga,iniciada pela parte contraria.Se alguém pode me orientar eu agradeço!

    Responder

    1. Meu querido… eles tinham sim que ter registrado a queixa como forma de autenticar o fato.
      Com isso sim fica mais fácil ir ao juiz dar entrada no processo.
      Suas visitas já estão regulamentadas? Então, dê queixa de alienação parental.
      Arrume um advogado ou a defensoria pública e boa sorte!

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  21. gostaria de ajuda o pai da minha sobrinha naonpode chegar passa da minha irma pq ele bateu nela em pulblico com a criança no colo.fomos dar parte dele ele nao podi chegar perto dela so q fica mandando msg qrendo ver a criança mas antes ela ia pra ela numa boa recorro a delegacia por pressão o qe faço?

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    1. Desculpe, mas não entendi direito o problema.
      Se ele está pressionando a mãe, sim, é possível nesse caso dar queixa.
      Se ele quiser ver a filha agora, ele tem que entrar pela justiça e conseguir que o juiz lhe dê o direito de visitação. O que ele terá que provar que será um pai diferente do que foi enquanto marido, já que ele agrediu ela.
      Bem, de toda forma, procure a justiça para tirar suas dúvidas.
      Abraço

      Responder

  22. Sou pai de família minha esposa se mudou para casa da mãe dela e levou meus filhos e não quer deixar eu ver estou ficando doente

    Responder

    1. Procure um advogado ou a defensoria pública para lhe ajudar legalmente, e por via das dúvidas, procure um psicólogo para ajudar você a estar inteiro para enfrentar essa barra, meu camarada.
      Força e Honra, Sempre!
      Grande abraço!

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  23. Bom dia,

    Meu nome é Luís, tenho 45 anos e um filho de 10.
    Meu garoto morou comigo até os 5 anos.
    A mãe dele também morou em minha casa por falta de condições de se sustentar até 2012, quando se mudou para a casa da mãe do namorado.
    Em 2012 a mãe pediu que meu filho passasse a ficar durante a semana na casa em que ela mora, para facilitar o acesso a escola que também era no centro.
    Em agosto/2012, ela não permitiu mais ver o garoto.
    Em setembro/2012 foi intimado de uma Medida Protetiva para me manter afastado 200m e evitar qualquer tipo de contato com meu filho ou a mãe, escola, etc…
    A medida foi conseguida com base em alegações falsas, além de agressivo afirmava que eu respondia a mais de 10 processos por estelionato. Dei incio a um processo criminal arquivado a pedido dela e do conciliador.
    Em dezembro/2012 uma ação de reconhecimento de união estável, partilha de bens, guarda e alimentos.
    Apesar do pedido de má fé, não tendo como contrapor as provas documentais e testemunhais que juntei, ela mesma admitiu que não havia união. Más ficou com a guarda e a pensão.
    Foi estabelecido meu direito de visita em finais de semana e feriados alternados.
    A mãe sempre descumpriu o acordo judicial. Na verdade a visitação se dá de acordo com a vontade dela e a obediência do garoto a quem ela ameaça e agride fisicamente.
    Em 2014, ela passou a dizer que o garoto era autista, depois TDAH e outras coisas. Dai fez pedido de revisão de alimentos e se locupletou de diversos benefícios públicos em função da suposta doença do garoto.
    Grave mesmo é que começou a medicar meu filho com uma droga da moda, a Risperidona. Cujos efeitos colaterais são devastadores e podem ser confundidos com os que referenciam transtornos comportamentais como TEA e TDAH.
    Curioso e que apesar de eu pagar um plano de saúde bom para meu filho, a mãe fez o suposto acompanhamento na rede pública. Apesar das diversas reportagens que mostram a dificuldade em conseguir consultas de especialistas. E tudo foi feito em menos de três meses.
    Não permite que eu procure um novo diagnóstico. Negligencia o acompanhamento dele ao fono (troca L por R), não apresenta ele aos médicos alegando que ele é incontrolável.
    Tem uma psiquiatra infantil que prescreveu Neozine, outra droga forte.
    Tenho mais de 140 horas de gravação, mais de 100 fotos, depoimentos e muito mais para provar que o carinha é gente boa, super tranquilo, e não tem nada de autista.
    Agora se algum assistente social procurasse fazer uma avaliação do ambiente dele lá e aqui. Até um cachorro é agressivo se apanha todo dia.
    Denunciei para a DPCA e a delegada arquivou o inquérito porque o garoto disse que fui eu que bati. Hora, basta calcular os dias e o estado das marcas para saber que nem comigo ele estava. E de fato dizendo ele isso, a delegada tinha era que investigar, não arquivar. Só porque eu sou homem sou bandido?
    O MP-MA entregou com o pedido para periciar meu filho. A mãe procurou a Def Pub. para contestar e oferecer prova a partir do acompanhamento médico que ela tem. Sem apresentar a criança, sem meu depoimento. A escol, onde ela varias vezes deixou ele sem lanche, tem como diretora uma pessoa parcial e que dá todo tipo de cobertura.
    A sogra é assistente social e trabalha na saúde.
    Tem uma prima na promotoria e outra na vara que corre o processo.
    Não tem mistério, é só investigar.
    Desculpe o desabafo.

    Responder

    1. Cara, eu sinto muito mesmo.
      Primeiro me perdoe por demorar tanto em responder. Não sei pq, não conseguia ver seu comentário antes.
      Depois.. Não consigo imaginar o sofrimento psicológico pelo qual você passa ao ter que encarar tudo isso.
      Só posso dizer que você precisa de um excelente advogado, precisa convencer a justiça desses fatos e rezar muito.
      Legalmente, é o que se pode fazer.
      Muito boa sorte pra vcs!

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  24. E quando toda vez que o pai pega a criança não consegue devolver? A mãe some, desliga o celular e o pai fica horas na frente da casa esperando a mãe, que chega depois das 11 da noite… quais as medidas nesse caso?

    Responder

    1. Creio que pode chamar a polícia para registrar o ocorrido.
      De toda forma, arrume testemunhas do fato e leve a criança para casa. No dia seguinte, procure um advogado para dar entrada num registro do fato e encaminhar para homologação em juízo.
      Para ter melhor certeza do que fazer, procure um advogado de toda forma.
      Abraço

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  25. A LEI SO É VALIDA PARA QUEM TEM DINHEIRO. POBRE NÃO TEM VEZ EM NADA. MEU IRMÃO JA CHAMOU A POLICIA E ELES DISSERAM QUE NÃO PODIA FAZER NADA. FOI ATÉ A DELEGACIA FAZER BOLETIM DE OCORRÊNCIA CONTRA A MÃE QUE SE NEGA ENTREGAR A CRIANÇA NOS DIAS DA VISITA. E OS POLICIAIS DERAM RISADA DA CARA DELE E DISSERAM QUE TINHA MAIS O QUE FAZER E NÃO REGISTRARAM O BO.
    A SITUAÇÃO É DIFÍCIL E DELICADA, NÃO PODEMOS CONTAR COM A JUSTIÇA E MUITO MENOS COM A FORÇA POLICIAL. É POR ISSO QUE AS PESSOAS PERDEM A CABEÇA E ACABAM FAZENDO A PRÓPRIA JUSTIÇA. LAMENTÁVEL.

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    1. É muito triste mesmo.
      No caso da polícia não registrar o BO, procure a corregedoria da polícia e a defensoria pública para buscar alternativas.
      De toda forma, sei que não é fácil não ter acesso aos meios de justiça reais.
      Boa sorte para seu irmão.

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  26. Aconteceu comigo na ultima quinta feira. Minha Ex esposa largou meu filho com os tios dele a mais de 3 anos, ela não deixa ele me visitar faz de tudo para que eu não veja meu filho. Mas quando você imagina que já viu de tudo a vida lhe surpreendente, ela me ligou por volta das 2 da manha de pois descobriu que eu iria ate a cidade onde meu filho mora falando que era para eu pegar ele para poder passar o final de semana com ele já que minha mãe viria ate a cidade que moro, fiquei super feliz adiantei meu serviço para chegar cedo ate a cidade que ele e todos da minha família moram, passei na casa dos rios dele e o peguei, não deu 30 minutos ela já estava me acusando de raptar meu filho, fui ate a delegacia da cidade o senhor delegado depois de muito eu insistir ligou para a minha ex, para meu espanto nem eu mostrando a mensagem do whatsapp para ele e foi taxativo em me dizer que ela estava certa, que alem disso era para eu devolver o menino ou ela me botava na cadeia rapidinho, tentei justificar e ele me pôs para do da delegacia dizendo que eu deveria procurar um advogado pois ele já havia feito demais em se meter em assuntos particulares que não lhe dizem respeito. Agora vou procurar um advogado e tentar colocar um pouco de paz na história minha e de meu filho, no fim parece que so por ser homem a palavra não tem peso, onde que poderia eu sequestrar meu filho com um pedido de visita da própria mãe.
    E uma dor que não se pode explicar parece que sou um marginal aos olhos de todos la na delegacia que estive.

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    1. Calma… vá a justiça e mostre sua dedicação e o que aconteceu.
      Garanta sua convivência com seu filho e se possível, peça a guarda compartilhada. Mesmo em cidades diferentes, é possível sim dividir o direito legal sobre os filhos e até mesmo a convivência em menor escala.
      Força e Honra, Sempre!
      Grande abraço!

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  27. Bom dia
    Tenho um filho de 10 anos e acordo para visitação em finais de semana e feriados alternados.
    Entrei com pedido de reversão da guarda em meu favor por conta de maus tratos, tortura psicologica e alienação parental.
    No ultimo dia 19/05- sexta-feira, fui buscá-lo na escola quando me surpreendi com ele falando em voz alta que não queria vir:
    – PAPAI, eu que não quero ir passar o fim de semana contigo.
    Interessante é que no dia 11/05 foi dada entrada no pedido de reversão de guarda.
    Sabendo que ele está sendo forçado a dizer que não quer ficar comigo, posso exigir que ele venha passar este fim de semana. Acredito que a guardiã tente restringir meu contato para manter seu controle sobre a criança.
    O que faço amigos?

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    1. Meu camarada, muita cama.
      Converse com a criança, se preciso, leve para um psicólogo e restabeleça sua relação harmoniosa com ela, já com a mãe, prove que ela está alienando a criança e todos os maus tratos. E depois, pacientemente, espere a justiça. É o que nos resta. Pai quando toma medidas drásticas, sempre sai prejudicado aos olhos da justiça. Então faça as coisas pela lei e mostre com seriedade seu problema.
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre!

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  28. Oii boa noite me chamo daniel tenho 20 anos e sempre sonhei em ser pai e quando fosse ia fazer tudo pra agrada meu filho e da o bom e do melhor. Eu por ser muito novo nao tinha mt experiencia so as que nos ouvi quando descobri que ia ser pai .. fuii pra luta.. fazia minhas correrias nao deixava falta nada. Mesmo dessenpregado comprava roupa boa pra mim pra ela pro meu filho frauda comprei 8 pacotao lemcinho fora as de casa comida mistura egiene ate escova e as coisas pessoal de uma mulher .. ela ja tinha uma filha que hj se encontra com 5 anos ela foi baladeira e eu quando era solteiro mt quando nos se conheseu 1000 maravilhas tudo de bom . Depois que vim sabe no buraco e na familia que tava entrando mais foquei na minha felicidade a mae dela nao aceito depois de ums tempo pq se negei a da dinheiro pra ela com droga eu tinha uma loja mais depois fechei ai foi quando ela quiz me afasta da filha dela eu falei que tavamos a decidido a da uh passo na nossa vida e que ia depende da filha dela e foi uma briga .. ela ate jogo a filha dela da escada na quela epoca ela nao tava gravida mais falei pra ela fica ums dias aqui em casa .. e assim foi fico aqui comigo e engravido e foi quando eu falei pra ela trazer a filha dela. . Pra fica com a gente mais a mae dela nao deixoo .. e eu conv com a mae dela . Mais nao teve mt conv e ela falo que a filha dela era vagabunda e mt mais. .. e que a 3 meses de eu conhese ela ela fez uh aborto .. eu mesmo assim deixei o passado pra traz e queria so o futuro . E a mae do meu filho falo que era melhor a filha dela com a mae pq quem sempre olho e cuido foi ela . Ela visitava a filha dela em cada 2 meses . Sendo que a casa nao da neh 5 min . Eu dez da primeira vez acompanhei todas todas as consuta paguei o ultrasom . Levava no medico quando ela nao se sentia bem .. reformei minha casinha pra deixa o ambiente pro meu filho o mais agradavel possivel .. guarda roupa novo meu e o do meu filho cama coxao lemsom roupa pra ela calsinha meia sutian e tudo dessenpregado .. so nao tava no dia do nascimento do meu filhoo pq fui fazer uh bico mais quando cheguei ja fui pra la mais minha mae tava com ela acompanho mais assim foi . Tava la com ela pra tudo .. compra roupas pras nois 4 eu ela meu filho e a filha dela ja que o paii da menina nao visitava .. chego uma hora que fui desgostand a nao ter amizade e quando nao podia compra algo que tava no gosto dela ela reclamand .. pq era so eu . Pra 4 mais comprava pizza perf chapinha tinha 2 das boa cel bom j7 secador creme . Era tudo o trocha aaqui e eu fui me tocand. Que nao ia ora frente ela nao queria fazer nada ate quando ela tava cansada eu fazia comida a noite cortava cebola linguica fazia um arroz e feijao e dava ora ela eu ja fui pro fogao 1 hora da manha e no outro dia acordava cedo e fazia minhas coisas que trabalho fazendo churrasqueir em casa quando era 10 horas colokava agua pra da banho no meu filho . Eu sempre dei banho ela nao sabia pq nunca deu eu que dei os primeiros dias … trocava fui da a injecao dava inalacao aquii nele pq ele tem uh pouko de refluxo e gorfa e eu tb ficava atento anoite com ele .. chego uh dia que ela descobriu que fikei com conv com minha colega que era amiga dela ela saiu na mao com ela pq ela descobriu que a gente ja tinha ficado mais quando a gente tava se conhesendo .. ela saiu na mae com meu filho no carro . E tudo mas eu quase joguei as 2 pra fora eu nao conseguii assim foi e fiko clima chato e tava vendo que ja tava no fim .. mais o ruim era o meu filhoo mais nao teve jeito resolv continua minha vida sozinho e ela volto pra mao dela e nao quer que eu vejo meu filho que nao levo frauda. . Coloko ele no convenio medico que vo paga por mes ela nao trabalha o dinheiro dela que ela tem e 200 reais no bolsa familia mais ela compra as coisas pra ela e outra falo pra mae dela que tinha cortado pra usa pra ela quando ela tava aquii mas nao se intrometi a mae dela tb usava o dinheiro pra compra droga . So vinha por causa disso dinheiro .. ja teve uh assasinato na casa dela ja levarao todos na delegacia pq fazia refinaria la mora 8 pessoa na casa so a mae que faz uh bico as vezes .. ja aqui eu trabalho e esse mes vo comeca a trabalha na empresa vo ganha 3 salarios min mais 530 de vr e cesta e tiquit e eu tenho minha casa so eu .. eu quero saber se eu posso ter a guarda auternada. Sendo que meu filho tem 5 meses o posso te a compatilhada o ela pode se nega e eu tenho como prova tudo isso ela fala que ta sem dinheir pro remedio e tem conv que ela fala que e melhor ele aqui ..

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  29. Estou passando por um momento muito delicado na minha vida, nunca pensei que fosse passar por algo parecido, tenho uma bebê de 3 anos,infelizmente eu não fiz o pedido de guarda, achando que o pai dela nunca fosse tirar ela de mim, pois nunca o impedi dele visitar e vê-la.
    Como eu me casei de novo ele não aceita meu casamento, e no dia 29/04 ele levou ela para passar o final de semana com ele, e no domingo que seria o dia dele me entregar ela, ele simplesmente me avisou que não me devolveria e apartir desse momento não poderia ver e ela é e falar até a decisão judicial.
    Procurei todos meus direitos de mãe e infelizmente tenho que aguardar a Justiça, ja fui na delegacia e ninguém pode me ajudarpois infelizmente não tenho a Guarda dela ainda, e estou até hoje sem ver, sem falar com minha bebê, ele não leva ela para a escola não tira ela de dentro de casa com medo deu pegar ela de volta e como ainda não tem nada declarado judicialmente de quem é a Guarda eu não estarei cometendo nenhuma inflação.
    Fui ao Conselho tutelar, la explique todo meu caso, eles marcaram uma conciliação, o pai compareceu e disse que não vai deixar eu ver e nem falar com minha filha até a decisão judicial, o conselheiro conversou com ele tentou mudar o pensamento dele, pois esta agindo errado, fazendo isso comigo,ja que sempre fiz tudo pela minha filha, nunca cometia nenhuma negligência, eu trabalho e estudo, cuido muito bem dela e nunca tirei os direitos dele de pai, mais nada adiantou então fui encaminhada para a defensoria com um papel, onde foi feito um pedido de busca e apreensão, infelizmente o Ministério Público não deferiu o pedido de busca e apreensão de imediato, mais ta solicitando uma audiência especial com urgência onde o genitor tem que levar minha filha junto para eles fazerem um estudo do caso, e no caso de falta ou ele não levar minha bebê, aí sim vai ser feito a busca e apreensão de imediato.
    Infelizmente enquanto a Juíza não marca a data dessa audiência estou sofrendo muito sem poder ver ela, ja fui várias vezss na residência dele e escuto a voz dela eu chamo mais ninguém me atende, simplesmente fecham todas as janelas aumentam o som da televisão pra minha bebê não me.escutar gritar no portão.
    Se alguém por favor tiver passado por isso é souber o que eu devo fazer me ajuda, ja não aguento mais, minha filha não sabe onde eu estou e nem o que está acontecendo, ela nunca ficou longe de mim tanto tempo.
    Nunca vi um caso desse com uma mãe!!!

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    1. Querida, sinto muito por tudo isso.
      Infelizmente, tem gente que não entende que um casamento acaba, mas não se deixa de ser pai e mãe e isso deveria ser garantido pelo melhor da criança.
      Como ele está impedindo a sua filha de ir para escola, é mais uma coisa para se anexar: negligência escolar. Pelo estatuto da criança e do adolescente, isso é algo grave.
      Ademais, paciência e muita força.
      Vai enfrentar um caminho muito árduo até o final, mas suas chances são boas. Aguarde e terá sucesso.
      Boa sorte
      Força e Honra, Sempre!
      Abraço do grande!

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  30. Boa noite ? Eu estou tendo esse problema minha ex não deixa eu pegar meu filho e já faz 4 meses que não pego e ele que sair comigo mas a mesma fala pra ele que ele não pode

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    1. Vá na justiça;…
      Arrume um advogado ou vá na Defensoria Pública para garantir seu acesso.
      Vai ter um grande trabalho, mas conseguirá no final!
      Lute seu convívio é direito do seu filho.
      Força e Honra, Sempre!
      Abraço

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    1. Diga querida!
      Do que precisas?
      Se eu puder ao menos orientar…

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  31. Me chamo Fábio tenho um filho de nove anos sempre paguei a pensão alimentícia às vezes com atraso más sempre paguei más a genitora só me deixa pegar o menor quando ela quer se atraso a pensão alimentícia é motivo para não pega-lo se cobro alguma coisa relacionada a higiene,saúde e educação também é motivo pro mesmo já pensei por diversas vezes ir a polícia más penso muito no meu filho no psicológico dele a minha separação foi consensual logo nós entramos em um acordo eu concordei em deixar a guarda total pra ele pelo nosso filho ser muito novo quando nos separamos mas o meu direito no contrato é de quinze em quinze dias pegar o menor mais isso não tem acontecido preciso de ajuda urgente pois ele quer vir morar comigo gostaria de mudar este contrato fazer um direto com o juiz ou que o menor seja ouvido pelo mesmo por favor qual a melhor forma possível para eu poder ajudar a mim e aí meu filho pois hj era o meu dia de está com ele e ele não está aqui deixei ele chorando na casa da mãe pois a mesma não permitiu que ele viesse comigo.
    PS: gostaria de saber se mesmo sendo um contrato consensual se tenho os mesmos direitos se fosse um contrato feito por um juiz abraço à todos.

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    1. Meu querido, procure um advogado.
      Ela tem que cumprir o acordo, seja consensual ou não.
      Ele tem quantos anos? Dependendo da idade, ele ja pode ter direito de decisão, mas se for muito novo, não tem não. Podem até encaminhar para uma psicóloga e uma assistência social, mas nada é garantido.
      Converse com ela. Mostre sua preocupação e sua vontade de ser participativo e veja se ela lhe dá seu espaço, senão, só com a justiça.
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre

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  32. Meu filho tem guarda compartilhada do meu neto o qual residiam em minha casa. A mãe era negligente em todos os aspectos, um dia fugiu com os filhos prá outra cidade, meu filho entrou na justiça com pedido de guarda porque ela está cometendo alienação parental tirando o direito do pai de ter contato com o filho, mas já faz três meses e a juíza não retornou nenhuma resposta, quero saber se esse processo demora e o que acontece se meu filho for na escola e buscar a criança ele pode ser prejudicado no processo? E também a mãe está indo contra a lei do estatuto da criança impedindo o filho de ter contato com o pai e isso ocasiona danos morais, ela pode ser processada por isso?

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    1. Querida, se a guarda é compartilhada, a criança só pode se mudar de cidade em comum acordo entre os pais.
      O processo demora sim, mas é possível pedir a reversão de guarda.
      Nada impede ele de ir na escola e ver a criança, inclusive de pegar a criança nos dias que estão estabelecidos em juízo, mesmo estando em outra cidade.
      Ele vai demorar para ter alguma justiça, mas já é possível hoje em dia.
      Boa sorte!
      Força e Honra, Sempre!

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  33. Preciso dos seus conselhos!
    Tive um relacionamento sério, que terminou abruptamente a 5 anos, por conta de traição. Dois meses após o término, ela me ligou para contar que estava grávida. Engoli o orgulho e fui atrás dela, mas percebi que só queria minha companhia por conveniência. Sempre pude suportar tudo, menos estar ao lado de alguém que não sente nada por mim. Desse modo, terminei com ela novamente, uma vez que nem ao menos tinha certeza que a criança fosse minha.
    Após o nascimento da criança, pedi a ela que fosse comigo fazer o exame de DNA, no qual ela negou. Acionei a justiça, que marcou audiência. Ela não compareceu. Expliquei à juíza meu direito como pai e o interesse maior da criança. Foi marcado exame de DNA e ela recebeu a “intimação” de levar a criança, mas ainda assim também não compareceu.
    Retornei à juíza buscando alguma maneira legal de obrigá-la ao DNA, mas fui informado que nada poderia fazer nesse sentido. Achei um absurdo: se o homem não faz o exame de DNA, ele é o pai presuntivo. Se a mãe se recusa, o homem não consegue seu direito?
    Minha família e amigos me aconselharam a não procurar um advogado, pois a recusa dela indicava que a criança não era minha. Segui esse conselho.
    O problema é que a criança fez recentemente 4 anos. Não conhece um pai e não passa um dia da minha vida em que eu não me sinta extremamente chateado por essa situação. Entrei em contato com a mãe e ela afirma que, caso eu queira, posso assumir o papel de pai, porém ainda se recusa a fazer o DNA, no que não posso concordar.
    Existe alguma maneira que eu possa obrigá-la legalmente a fazer esse teste e, assim, correr atrás dos meus direitos como possível pai?

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    1. Meu querido, não conheço um meio obrigatório não, mas um advogado pode lhe responder isso.
      Senão, um defensor público pode lhe ajudar.
      Espero que consiga ter alívio nessa dúvida.
      Força e Honra, Sempre!

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  34. Olá tenho a guarda compartilhada do meu filho de 4 anos o qual morava comigo e está matriculado na creche perto de casa a mãe levou pra outra cidade então entrei com processo de guarda unilateral porque ela disse que só poderei tira lo da cidade qdo ela tiver o papel da guarda pra ela como o processo tá muito demorado e meu filho tá fora da escola se eu conseguir trazer meu filho de volta eu posso ser prejudicado no processo mesmo avisando os advogados?

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