Pai luta pela guarda da filha depois de ela ser colocada para adoção sem seu consentimento – Matéria

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Colby Nielsen está lutando pela guarda de sua filha, Kaylee, Num clássico caso de pai negligenciado de seu direito enquanto genitor.

Primeiro a mãe da menina colocou a criança para a adoção; como o estado de Utah/EUA – onde moram os pais biológicos – permite a adoção sem consentimento do pai, ele foi obrigado a entregar a menina para uma família adotiva; e depois, com a comoção da família adotiva pela luta do pai, ele está impedido de ver a criança, pois ela foi devolvida legalmente para a mãe, a mesma que colocou a menina em adoção e esta está impedindo o pai de ficar com a menina. Exato, a mesma mãe que colocou a criança para adoção não quer entregar legalmente a menina para o pai.

A matéria saiu no site Pais e Filhos, relatando o caso desse pai que por causa de mais uma lei misândrica (contra homens), que primeiro possibilitou colocar sua filha para adoção mesmo sem seu consentimento e depois de devolvida a criança, foi entregue para a mãe, a mesma que se desfez da criança e não para o pai que lutou por ela o tempo todo.

Me desculpem as mães, não quero condenar essa mãe em especial, mas não vejo justiça nisso. Essa mulher teria que passar por uma análise psicológica primeiro, pois quem me garante que ela não pode vir a se desfazer mais uma vez dessa criança ou cuidar de forma negligente e omissa por não ter uma relação emocional com a filha?
E o pai? Quando a mãe não quis mais a criança, ficou cuidando da pequena Kaylee sozinho por uma semana e teve que entregar a menina por força de uma ordem judicial, já que pelas leis do estado onde moram, a mãe não precisa do consentimento do pai para colocar em adoção a menor.

Não satisfeitos com toda a injustiça ao pai, comovida, a família adotiva devolver em menos de 24 horas a pequena e a justiça entregou para a mãe que resolveu impedir o pai de ver a filha.

Se isso acontecesse com uma mulher, aposto que seria considerada uma situação hedionda, mas… muitos entendem que com o pai “tudo bem”. Eu entendo que isso não é garantir o melhor sobre um menor e não respeita o direito desse pai em ser o criador de um ser de quem ele é genitor.

Tantas crianças que não tem pai e essa tem o seu retirado por ação jurídica? Isso não é o certo!
E por ser fora do Brasil, isso não deve servir de fator de preocupação aqui? Quantos casos de pais que querem estar com seus filhos, seja por meio de guarda ou ao menos com visitação e são também impedidos por leis e magistrados misândricos??
Espero muito pelo dia em que a igualdade de gênero aconteça realmente e assim filhos tenham direito aos seus genitores, pai e mãe.

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Boa sorte Colby! Você merece por você e pela sua pequena!

Todo meu apoio para você Colby!
Força e Honra, Sempre!
Grande abraço do grande!

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