Divertida Mente – Filme

Poster do filme

A Pixar arrebentou!!! Nunca vi um filme infantil tão inteligente quando Divertida Mente. Antes, eu já estava ansioso, pois havia lido tantas notícias falando tão bem sobre o filme que me cativou e muito a conhecê-lo, mas assistir foi só para corroborar tudo o que li. Impressionante! Eu sou um curioso sobre algumas facetas do comportamento humano e o filme simplesmente ajuda a visualizar um monte delas. Bem, vamos falar um pouco sobre o que retrata o filme e depois falo mais sobre minhas impressões.

Na ordem da esquerda para direita: raiva, nojo, alegria, medo e tristeza.

A sinopse do site Adoro Cinema diz: “Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle – e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente.”

hehehehe, quando a raiva toma o controle. Quem nunca? =]

As emoções da cabeça da Riley me ajudaram e entender como funcionam minhas emoções e as do meu filho. A sintonia, ou disritmia dessas emoções, sintetizam e facilitam o entendimento do que passa na cabeça de uma pessoa em determinadas reações que ela apresenta. Parece muito cabeça essa discussão, não é? Pois é, é sim e o que me impressionou muito, é que é muito lúdica e didática, facilitando a nós adultos, o entendimento dessas conexão emocional para nós e para nossos filhos.

Alegria entendendo e aceitando a Tristeza como importante na mente da Riley

Li muitas notícias fazendo a correlação desse filme com psicologia, entendimento sobre depressão (o que me ajudou em muito a visualizar o processo), de como o filme é um resumo sobre a lógica mental e emocional de uma criança e coisas assim. No jornal Estadão, por exemplo, li a seguinte reportagem: Deixe seu filho ficar triste, do psiquiatra Daniel Martins de Barros, falando sobre como é importante a tristeza para as crianças poderem descarregar suas emoções e assim poderem se empatizar (essa palavra existe?) melhor com os outros. A matéria da Super Interessante, lembra bem que o filme, na verdade, não é para crianças e sim para os adultos entenderem melhor as crianças e até a si mesmos. O título é: Como o filme da Pixar mistura Neil Gaiman, Charlie Kaufman, Mad Men e Polansky; de Alexandre Versignassi.
A matéria é longa e narra o quão destacável é o filme.

Alegria no “estoque” de memórias antigas.

Eu não quero lhe recomendar como o filme do ano para seu filho não, mas talvez seja para você, pai/mãe que quer passar um tempo em que seu(sua) filho(a) vai até gostar, mas que lhe possibilita aprender muito sobre a mente deles e suas reações.

Veja agora os trailers do filme para ter uma ideia do que lhe espera.

Bem, acho que vale muito o ingresso e aposto que poderá aprender muito enquanto se diverte com seu filho.
Meu pequeno gostou, não tanto quanto eu, mas gostou. hehehehe
Espero que gostem também.

Grande abraço a todos! =]

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Thomaz encobrindo o poster do filme. =]

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