As Aventuras de Peabody & Sherman – Filme

Eu nunca consegui sentar e ver todo o filme, mas já vi e ouvi tantas vezes tantos trechos do filme que acho que já consigo montar todas as peças do filme todo na minha cabeça.

É um filme estranho, onde posso entregar logo o mote da história que é um cão inteligente que consegue adotar uma criança.
O filme saiu nos cinemas em 2014 pela Fox Filmes e eu não fui assistir com grande preconceito e agora consigo achar menos ruim ou mais tolerável. Sei lá.

Olha o que diz a sinopse no site Adoro Cinema:
“Sr. Peabody (Ty Burrell) é o cão mais inteligente do mundo. Após ganhar o prêmio Nobel e criar diversas invenções que ajudaram a humanidade, ele resolve adotar um bebê humano que encontrou abandonado na rua. Responsável por sua educação, Peabody constrói uma máquina do tempo para mostrar ao jovem Sherman (Max Charles) os fatos históricos estando presentes nele. Entretanto, um novo desafio se apresenta para Sherman quando ele, pela primeira vez, precisa ir à escola. Lá ele se torna alvo de provocações de Penny (Ariel Winter), com quem acaba brigando no pátio. Temendo perder a guarda do garoto, Peabody organiza um jantar em sua casa com Penny e seus pais. Só que mais uma vez a garota provoca Sherman, que acaba descumprindo a orientação do pai adotivo e lhe mostra a máquina do tempo. Não demora muito para que ambos viagem pelo tempo, causando diversos problemas.ar em sua casa com Penny e seus pais. Só que mais uma vez a garota provoca Sherman, que acaba descumprindo a orientação do pai adotivo e lhe mostra a máquina do tempo. Não demora muito para que ambos viagem pelo tempo, causando diversos problemas.”

As partes que realmente me chamaram a atenção foram as viagens históricas, o que possibilita os pequenos conhecerem melhor alguns personagens da história mundial, e a conexão, estranha diga-se de passagem, de paternidade entre um cão e um garoto.

Pois é, um cão é pai de um garoto (acho que já falei sobre isso, né? É que me é muito estranha a situação e tenho dificuldade em abstrair, mas… vamos lá).
Nessa situação, coloca-se em questão  o tipo de educação que é oferecida a uma criança com tamanhas diferenças com sua ligação paternal.
Acho que serve de analogia a filhos adotivos e mesmo a filhos criados por pais solteirosdivorciadosviúvos, que tem que provar que são capazes de criar seus filhos, aos olhos de uma sociedade que tanto os mediocrizam quanto as suas capacidades enquanto cuidadores infantis.

O filme viaja pela Grécia antiga, pelo Renascimento, pela Revolução Francesa, pela Guerra de Secessão e pelo Egito antigo… dando uma visão sobre figuras históricas destacáveis, que serão mais tarde lecionadas nas escolas para eles. Então acho que adianta o processo de forma bem lúdica e divertida.

Bem, minha impressão sobre o filme é: vale a pena pela diversão, pelo levantamento histórico e para levantar na criança o questionamento da presença e importância de um pai na vida dela, mas… não é nenhum clássico infantil.

Veja os trailers para ter alguma ideia do filme e se decidir melhor:

Bem, repito, não é nenhum épico, mas é divertido e muito legal para introduzir história com as crianças. Ah, também tem a paradinha da relação entre um “pai”  e um filho.

Fica a dica então!
Grande abraço a todos!
=)

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