Guarda Compartilhada Vem Ganhando Espaço na Sociedade – matéria

Procurando matérias e artigos sobre a valorização da Guarda Compartilhada, li uma matéria no site Saúde Plena, hospedada no portal Correio Web.
A matéria está intitulada: Guarda Compartilhada Vem Ganhando Espaço na Sociedade.

Fala sobre dois casos, o do advogado Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFam) que conseguiu homologar seu primeiro acordo judicial de guarda compartilhada na Justiça; e do caso do locutor e diretor de animação Aggeo Simões, de 47 anos que conseguiu convencer a mãe da sua filha a praticar a guarda compartilhada. Aggeo é blogueiro também: Manual do Pai Solteiro, que se transformou em livro.

A matéria fala também sobre dicas e formas de conduta para genitores lidarem com a guarda compartilhada e como ela tem sido mais praticada no país, entrando no consenso e aceitação social.

Um detalhe muito importante levantado na matéria, foi a defesa do advogado Rodrigo Cunha em solicitar a guarda compartilhada de seus filhos. “Quando propôs ao seu cliente o acordo para a guarda compartilhada, o advogado tinha em mente que as mulheres compartilhavam a guarda de seus filhos não com o progenitor, mas com os vizinhos, os parentes e as creches. Compartilhar a guarda com os pais, porém, era outra história. “Muitas vezes, a guarda dos filhos esconde uma forma de pressão e um jogo de forças que pode chegar ao limite da alienação parental. Isso em geral ocorre entre ex-casais que vivem uma história de amor mal resolvida. Se eles realmente pensassem no bem dos filhos, certamente iriam compartilhar o cotidiano deles. A guarda unilateral é uma questão de poder e muitas vezes as crianças acabam sendo usadas como moedas de troca do fim do relacionamento”, explica o advogado”.

Essa matéria já é até antiga, mas acho que vela lembrar, pela defesa do advogado Rodrigo Cunha, que a guarda compartilhada é mais uma questão de lógica e aceitação desta.
Com a aprovação da guarda automática, os casos vem pipocando nas varas de família e muitos sendo bem sucedidos.
Esperemos que se torne via de regra no Brasil todo!

Boa sorte a todos os que lutam pelos seus filhos!
Grande abraço a todos!
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