Nova lei fará casal divorciado manter papel de pai e mãe – matéria

Me passaram uma matéria que por sí nem tem nada de tão especial, já que volto a falar sobre uma matéria sobre Guarda Compartilhada, mas… ela dá exemplo de casais que convivem com a GC a tempos e por isso, mostra a possibilidade da existência desse modelo de guarda que muitos ainda não entendem nem que é possível, que dirá aceitar.

A matéria intitulada: Nova lei fará casal divorciado manter papel de pai e mãe, do site do Estadão, foi publicada em final de novembro, mas fala sobre a PLC 117/2013 que criará a Guarda Compartilhada Obrigatória, onde somente em casos onde o pai ou a mãe abram mão ou em casos onde um dos dois não comprovem que possuem condições mínimas para abrigar uma criança (renda muito baixa ou inexistente, ausência de uma habitação ou tempo para cuidados com o menor, como exemplo de impedimentos…), a guarda será automaticamente dos dois: pai e mãe, se estabelecendo então o compartilhamento da guarda.

A matéria mostra como alguns casais lidaram com as dificuldades que surgiram com essa prática (anterior ao projeto de lei) e como isso está sendo benéfico para as crianças em questão.

Acho que serve como exemplo e fundamento para abrir horizontes sobre as dúvidas que surgem sobre essa prática, que sim, é muito nova na sociedade brasileira, e por isso enfrenta muitos obstáculos.

Boa leitura e um grande abraço do grande!
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  1. Sou pai solteiro, tenho a guarda da minha filha de 3 anos somente, a mãe dela nunca a quis, ficou triste quando soube da gravidez e também não a amamentou, uma vez ela foi viajar com a desculpa de visitar a mãe, e largou a nossa filha sozinha em casa e saiu pra balada, pedi o divórcio e a guarda, e consegui…, vivo super bem, educo, ajudo quando precisa e dou broncas também, se a mãe não quis e quero e não tenho a ajuda de ninguém.

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