Alienação Parental – formas indiretas de prática

Muitas pessoas não tem noção do que é a Alienação Parental e muitos nem mesmo percebem que a estão comentando. Praticam de forma passiva, mesmo que já tenham ouvido falar do que é e dos males que ela ocasiona nas crianças.

Numa reportagem do site da Universal (não, não sou evangélico e também não tenho nada contra. Cada um que cuide do que é seu), intitulada: alienação parental – você pode estar praticando sem perceber, descreve um caso que segue um padrão bem comum de alienação – o de uma mãe que afasta ou impede o pai de ter acesso ao filho após a separação por rancor pelo divórcio.

Recentemente, uma amiga minha também demonstrou, mesmo ela sendo contrária a alienação e estando disposta a uma guarda compartilhada mesmo em litígio, uma expressão alienadora. Ela já se indispôs com a atual esposa do pai de seus filhos, pois entendeu que indivídua se intrometeu em assuntos que não é da alçada dela e a xingou na frente dos filhos. Isso é alienação também, pois pode colocar na cabeça dos filhos que como a atual madrasta mereceu ser xingada, não merece respeito ou até mesmo que não é bom chegar perto dela, automaticamente, isso pode se refletir em ir para a casa do pai, ou melhor, deixar de ir, com medo da madrasta. Isso tem que ser repassado para o pai e ele que tome as medidas cabíveis de como a madrasta pode ou não se intrometer na relação entre os ex-maridos ou dos filhos.

Para entender melhor, memorize isso:

Alienação parental

Identifique

  • Quando o pai ou a mãe fala mal do ex-companheiro para o (a) filho (a);
  • O genitor que tem a guarda dificulta a convivência do genitor que não a tem;
  • A criança fica refém de quem exerce a guarda;
  • A mãe proíbe o pai (ou vice-versa) de participar a vida do filho (em festas, atividades escolares, etc.);
  • A mãe ou o pai tenta proibir o ex de visitar o filho.

Livre-se dela

  • Os pais devem deixar os filhos tranquilos e seguros;
  • Caso não tenha jeito e o divórcio ocorra, é preciso ter cautela com o que é dito para os filhos;
  • É preciso deixar que o pai (ou a mãe) conviva com a criança, participe das festas e atividades escolares;
  • Os pais devem exercer o bom diálogo quando o assunto é o filho. Por exemplo, irem ao médico juntos;
  • Facilite o contato da criança com o pai, seja por telefone, seja pelo Skype ou Facebook.

Façamos o melhor para nossas crianças!
Um abraço do grande!
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